Luiz Antônio Pagot, ex-diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), juntamente com mais cinco pessoas, está sendo acusado pelo Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul, por supostos prejuízos na obra do contorno ferroviário de Três Lagoas (MS), cujas obras estão abandonadas, na divisa com São Paulo. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 2,3 milhões de todos os envolvidos, sob a acusação de terem cometido improbidade administrativa na licitação, execução e fiscalização da obra. O MPF pede também, a condenação de Pagot e dos demais acusados na Lei de Improbidade, que prevê a suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa, proibição de contratar com o poder público e de receber benefícios ou incentivos fiscais. Em 2013, Luiz Antônio Pagot foi condenado pela Justiça de Mato Grosso, por fraude no processo licitatório para construção de um posto da Polícia Rodoviária Estadual na estrada Emanoel Pinheiro, que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães. Mesmo com esse rabo todo preso, Pagot ainda lidera o PTB no Estado, que pretende fazer parte de um dos grupos políticos que busca chegar ao Palácio Paiaguás...É mole?
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| (prosaepolítica.com.br) |
Antes de lados opostos, o ex-juiz federal Julier Sebastião (PMDB) e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, e o deputado estadual José Riva (cacique do PSD) tomaram juntos o café da manhã, no dia 26, aproveitando para fazer uma análise da atual conjuntura eleitoral. Em 2010, como juiz federal, Julier Sebastião decretou a prisão da esposa de Riva, Janete, e de seu ex-genro Carlos Antônio Cardoso Azóia, durante a Operação Jurapari, desencadeada pela Polícia Federal devido a indícios de corrupção na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Naquele ano ainda, José Riva e mais 14 lideranças políticas, representaram contra Julier, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), questionando sua conduta nas investigações da Operação Jurupari. Como se vê, a política apazigua os ânimos, aproxima desafetos e o povo continua com emprego fixo no circo, como palhaço...
A novela “Vou não Vou sair Candidato” de Blairo Maggi, parece ter chegado ao fim. A decisão foi anunciada na noite de ontem (28), pelo presidente regional do PR, deputado federal Wellington Fagundes, durante reunião do PR com o PMDB, PSD, PT, Pros, PP, PC do B, PSC e PRB. Com isso, se fortalece a pré-candidatura de Lúdio Cabral (PT) que tem maiores chances de brigar com Pedro Taques (PDT), na disputa para governador. Essa decisão também encaminha a pré-candidatura de Wellington Fagundes ao Senado e a de Julier Sebastião à Câmara Federal. Os partidos do bloco situacionista se reúnem na semana que vem, para definir a composição da chapa majoritária. Blairo, por sua vez, viaja ao exterior no dia 05 de maio, sem data para retorno. Provavelmente, deve passar por Cuba, onde esteve recentemente com o ex-presidente Lula. Quem sabe até para estender sua fama de sojicultor, em plagas de Fidel Castro. Vai sobrar para os canaviais da ilha, com certeza...
Eraí Maggi (PP), o novo Rei Mundial da Soja e primo de Blairo Maggi, não será mais candidato a vice na chapa de Pedro Taques (PDT), na disputa ao Governo do Estado. A decisão foi tomada na sexta-feira (25), em reunião rápida de Erai, Blairo e Dilma Roussef durante a inauguração do terminal portuário da Bunge, em Belém (PA). Pedro Taques, como se sabe, é um dos principais responsáveis pela instalação da "CPI da Petrobras", que respinga em Dilma Roussef. Taques foi comunicado da decisão no sábado (26) e tenta com aliados uma rearticulação imediata, já que a saída de Eraí Maggi da chapa majoritária, pode causar isolamento político e, principalmente, fragilizar a estrutura financeira de sua campanha. Nessas eleições, o vale-tudo na política fica bem claro...
Setores organizados e sitiantes de Juscimeira, cidade a 160 kms de Cuiabá e 57 kms de Rondonópolis, estão num verdadeiro arranca-rabo com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), por causa das desapropriações no interior daquele município que o órgão pretende fazer para construir o desvio da BR-364, enquanto se realizarem a obras de duplicação dessa rodovida federal. É que já passa pelo município, a MT-454 (vide mapa), que começa em Santa Elvira e vai até São Pedro da Cipa, numa extensão de apenas 05 kms, mas que encontra-se abandonada pelo Estado. Segundo os denunciantes, por detrás das desapropriações estão políticos da região e grandes proprietários de terra, que almejam assim, encher de dinheiro ainda mais seus já abarrotados bolsos. O DNIT, segundo eles, ainda não definiu onde vai construir o desvio, justamente para favorecer a maior parte dos “interessados”, mudando o trajeto a cada dia que passa. A ganância não tem limites, mesmo...





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