sábado, 31 de maio de 2014

Força-tarefa vai reforçar investigações do Ministério Público

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, irá propor ao Conselho Superior do Ministério Público Federal, na próxima terça-feira (3), na reunião do Conselho Superior do Ministério Público Federal, a criação de uma força-tarefa em Mato Grosso.
A medida visa a atuar na investigação do Ministério Público Federal em curso no Estado, em decorrência da qual foi deflagrada a Operação Ararath, da Polícia Federal.

De acordo com Janot, a ideia é auxiliar e reforçar o trabalho realizado pelas procuradoras da República no Estado, que foram designadas para o caso.
O Supremo Tribunal Federal, ao deferir a execução das medidas de busca e apreensão e prisão realizadas no dia 20 de maio, atribuiu ao procurador-geral da República a responsabilidade pela coordenação, execução e sigilo das investigações. 
A investigação da Operação Ararath é realizada pela Polícia Federal e por duas unidades do Ministério Público Federal: a Procuradoria Geral da República, sediada em Brasília, que atua perante o STF nos inquéritos relacionados aos investigados que possuem foro por prerrogativa de função (foro privilegiado); e a Procuradoria da República em Mato Grosso, que atua perante a Justiça Federal nos inquéritos envolvendo pessoas que não são detentoras de cargos públicos que garantam o foro diferenciado.
As procuradoras da República em Mato Grosso não têm atribuição para investigar membros do Ministério Público Estadual. 
No curso das diligências feitas pela PF, houve a apreensão de documentos. As procuradoras remeteram os relatórios do que foi apreendido para a PGR, em cumprimento à determinação de Rodrigo Janot.
O objetivo da força-tarefa é, mais uma vez, possibilitar que membros do MPF possam cumprir seu dever institucional, que sãor: o combate à corrupção, a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais.
Em novembro de 2013, quando concluiu a primeira etapa da operação, a PF informou que, desde o começo de 2011, vinha investigando empresas de factoring (fomento mercantil) e de outros segmentos, como uma rede de postos de combustíveis de Cuiabá.

O esquema

Por meio de operações de empréstimo fraudulentas, as empresas lavavam dinheiro e fraudavam o sistema financeiro, movimentando mais de R$ 500 milhões de reais em seis anos. 
A base do esquema era uma empresa de Várzea Grande, que encerrou suas atividades em 2012.
Entre os principais alvos da Operação Ararath estão o ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes, o ex-adjunto Vivaldo Lopes, e o delator do esquema, o empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o "Júnior Mendonça". 
O esquema, segundo a PF, funcionava com a utilização de um “banco clandestino”, que seria operado por meio das empresas Global Fomento e Amazônia Petróleo. 
No total, é a apurada a prática de lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, agir como se instituição financeira fosse, corrupção ativa, corrupção passiva, falsidade ideológica e falsificação de documento público. 

(Fonte: Agência Brasil)

MP quer reverter decisão contra Blairo sobre maquinário


Por compreender que a decisão foi equivocada, o Ministério Público do Estado interpôs, nesta sexta (30), o recurso de apelação contra a sentença que extinguiu a ação civil pública, referente ao “Escândalo do Maquinário”, proposta contra o senador Blairo Maggi (PR), por ato de improbidade administrativa. 

Entre os pontos contestados, o MP cita o argumento apresentado pela Justiça de que a ação não seria o meio adequado para atingir a pretensão deduzida.

Segundo membros do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público, a sentença da Justiça Federal não determinou a reparação de dano certo ao Estado, mas limitou-se “a ilações genéricas para que os entes lesados tomassem providências”. Também argumentam que a sentença sequer determinou, aos réus condenados na ação, que reparassem o dano causado ao erário. “A ação popular processada e julgada no âmbito da Justiça Federal apenas abrande o ano causado a interesse da União, ao passo que a ação contra ato de improbidade proposta pela Justiça Estadual é expressa na busca da responsabilização e reparação do dano sofrido pelo Estado”.

O MP ainda contradiz a afirmação de que após o julgamento do pedido de arquivamento do inquérito pelo Conselho Superior do órgão não teriam sido apresentadas novas provas ao caso. “Ao contrário do que disse a Justiça sentenciante, foram realizadas diversas diligências investigatórias, trazendo aos autos milhares de documentos”. Também explica que o inquérito não chegou a ser arquivado pelo CSMP. “Somente com uma leitura dinâmica da inicial já é possível vislumbrar a nítida ocorrência de fraude à licitação no caso concreto, ocasionada pela prática ímproba dos ex-secretários estaduais de Infraestrutura e Administração; dos empresários participantes do certame Blairo Borges Maggi que, em conluio, agiram de forma ilícita e em desacordo com a lei”. 

O recurso de apelação foi assinado pelo procurador de Justiça Siger Tutiya e pelos promotores de Justiça Célio Joubert Furio, Gilberto Gomes, Roberto Aparecido Turin, Sérgio Silva da Costa e Wagner Cezar Fachone. O Escândalo do Maquinário é relacionado a denúncias de superfaturamento em aquisição pública de caminhões e máquinas por meio do programa denominado “Mato Grosso 100% equipado”. 

(Fonte: RDNews com assessoria)

sexta-feira, 30 de maio de 2014

BOCA NO TROMBONE


Não causa surpresa o mandato de soltura expedido por Dias Toffoli ao “empresário” Eder Moraes, assim como não causou a soltura do deputado José Riva (PSD). O povo brasileiro já se acostumou ao “prende e solta”. Deveria a Justiça confiscar os bens dos envolvidos nas maracutais, justamente porque eles podem pagar advogados e causas caras, com dinheiro sujo – oriundo das ações ilícitas.
Fosse um trabalhador assalariado ou um ladrão de galinhas, iria apodrecer na cadeia. Os poderes continuam podres e a balança da Justiça parece estar pendendo sempre prá impunidade...


Enquanto as estradas estaduais estão um caos, transformadas em verdadeiras crateras, o governador Silval Barbosa (PMDB) - através da Secretaria de Administração - autorizou o registro de ata de preços, para contratar duas empresas de turismo, que devem fornecer passagens aéreas nacionais e internacionais para órgãos e secretarias do Governo de Mato Grosso, ao preço total de R$ 11 milhões, para um período de seis meses – até o término da atual gestão. Isso dá uma média de R$ 1, 8 milhão/mês. E a farra com o dinheiro do contribuinte continua...


Percival Muniz (PPS) deve estar eufórico com a liberação – esta semana - pelo Ministério das Cidades, de um empréstimo no valor de R$ 50 milhões, que serão destinados à construção de pontes e pavimentação de ruas e avenidas. Esperamos que a administração dê conhecimento à população das ruas que serão pavimentadas (com a descrição dos devidos trechos) e também onde as pontes serão construídas. A coluna estará de olho na aplicação desses tentadores recursos e também quanto à licitação dessas obras, para que mais empresas sem idoneidade moral não participem do processo licitatório...


(Imagens: Rufanobombo/GloboRural/Achetudoeregião)

SERVIÇO

Hoje se encerram as inscrições para o processo seletivo da Escola Técnica Estadual de Educação Profissional e Tecnológica, em Rondonópolis, para preenchimento de 200 vagas nos cursos profissionalizantes de nível médio em Administração, Informática, Agricultura e Recursos Humanos. 

Os interessados podem se inscrever no horário das 7h às 11 ou das 13 às 21h30, na sede da escola ao lado do Campus da UFMT (antigo Ceprotec). O interessado deve ter  concluído ou  esteja cursando o segundo ou o terceiro ano do Ensino Médio.Os documentos exigidos para a inscrição, são: documentos pessoais e xerox do RG ou da Carteira de Trabalho.  A prova será no dia 16 de junho, com o começo das aulas previsto para o dia 21 de julho.

(Imagem: Secom/MT)

Dias Toffoli manda soltar Eder Moraes


O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-secretário de Estado Eder Moraes, detido no Presídio da Papuda, em Brasília, seja colocado em liberdade.
Eder Moraes foi preso no último dia 20, durante a quinta fase da Operação Ararath, da Polícia Federal. Ele é acusado de participar de um esquema de lavagem de dinheiro em Mato Grosso.Toffoli acatou o argumento dos advogados Paulo Lessa, Fábio Lessa e José Eduardo Alckmin. 

Apesar da decisão de Toffoli, Eder não será solto imediatamente, pois há um segundo mandado de prisão, expedido pelo juiz federal Jeferson Schneider, contra ele.
A expectativa da defesa é que, em função da decisão de Toffoli, esse segundo mandado de prisão também seja revogado ainda hoje (30).
Toffoli também proibiu Eder a se dirigir a qualquer local em que se encontrem os demais investigados, e se ausentar da Comarca em que reside (Cuiabá). 
O ex-secretário de Fazenda também deverá ficar recolhido à sua residência das 22 horas às 6 horas do dia seguinte e, integralmente, nos dias de folga. 
Na decisão, o ministro do Supremo Tribunal Federal ressalta que as medidas têm por objetivo impedir que Eder Moraes possa, em contato com os demais investigados, prejudicar a investigação criminal – ou praticar novas infrações penais.
Toffoli ainda proibiu Eder de se ausentar do país e que, em 24 horas após sua soltura, entregue o seu passaporte ao Supremo Tribunal Federal.O ministro ainda destacou que a necessidade, ou não, de prisão preventiva contra Eder Moraes será reavaliada em três meses.
Sem contato com os investigados
O ministro do STF, ao determinar a soltura de Eder, o proibiu de manter contato, pessoal ou telefônico, com outros suspeito investigados pela Polícia Federal (veja relação abaixo).
Governador Silval Barbosa;  senador Blairo Maggi; os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado Humberto Bosaipo e Sérgio Ricardo; o ex-conselheiro do TCE Alencar Soares; o desembargador Evandro Stabile; o procurador-geral de Justiça Paulo Prado; o promotor de Justiça do Gaeco Marcos Regenold; Júnior Mendonça, Cláudio Mendonça, Fernando Garutti, Laura Tereza da Costa Dias (esposa de Eder), Vivaldo Lopes, Geni Martelli, Kleber Tocantins, Alex Tocantins, Luís Carlos Cuzziol, Leandro Valoes Soares (filho de Alencar Soares), Vanessa Navarro Alvarenga, Roberto Alvarenga, Gloria Aparecida Navarro Alvarenga, Marcos Tolentino da Silva e Alex Montanari Ortolan, todos investigados pela 5ª Vara da Justiça Federal em Mato Grosso.

(Fonte: MídiaNews/Imagem: Quintaldanotícia)

Anvisa pode liberar uso de remédios derivados da maconha


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estuda a possibilidade de alterar, até o fim de junho, o processo de importação de medicamentos feitos à base de maconha. A substância canabidiol, segundo estudos, tem utilidade médica para tratar diversas doenças. A informação foi divulgada pelo diretor-adjunto da Anvisa, Luiz Roberto Klassmann, durante palestra realizada no 4º Simpósio Internacional da Cannabis Medicinal, em São Paulo, na metade do mês. 

A decisão ainda deve ser aprovada pela Diretoria Colegiada do órgão, o que deve acontecer até o fim do semestre. Se isso acontecer, qualquer brasileiro com prescrição médica que recomende medicamentos com canabidiol poderá encomendar ou trazer o produto de maneira legal. A partir do momento que ela deixar de ser proscrita, esses problemas de barreira alfandegária vão acabar, disse Klassmann ao G1. Atualmente, a substância integra uma lista da Vigilância Sanitária que proíbe o uso, exceto com autorização especial ou sentença jurídica.
Segundo Klassmann, a reclassificação do derivado pode acontecer porque já existiriam evidências científicas que comprovam a eficácia da droga e sua segurança para uso terapêutico. Precisamos, inicialmente, quebrar o preconceito e estigma [do uso da maconha medicinal] e ver pela ótica cientifica o que está disponível. Eu me comprometo em agilizar a liberação, complementou o diretor-adjunto da Anvisa. O Conselho Federal de Medicina informou que, a depender do resultado do estudo, poderá editar norma para o reconhecimento científico do uso, e que o profissional médico tem autonomia para prescrever ou não qualquer medicamento. O casal Katiele Fischer e Norberto Fischer conseguiu na Justiça o direito de utilizar o canabidiol no tratamento de sua filha Anny, de 6 anos, que sofre de uma deficiência neurológica grave. 


(Fonte: Correio Braziliense)


quinta-feira, 29 de maio de 2014

BOCA NO TROMBONE


O fato do ato público de ontem ter registrado a presença de um pequeno grupo de pessoas somente, foi entusiasticamente comemorado por alguns "amigos do rei" daqui de Rondonópolis, que hoje usaram de redes sociais para tirar sarro dos que lá compareceram. Quero dizer a essas ínguas, que mesmo não tendo sido prestigiado pelo público que era esperado, o evento mostra que existem pessoas que querem a transparência, o fim da corrupção e do empreguismo, para acabar com ínguas que nem vocês, que ocupam cargos públicos prá ficarem "coçando" o dia todo e recebendo um bom salário pago por nós, contribuintes.
Que nós, chamados por vocês de politiqueiros, mostramos a cara ontem na Praça Brasil por sermos defensores intransigentes da decência, da integridade e da honestidade. Quesitos estes, que com certeza vocês, baba-ovo, desconhecem. Também recebemos comentários jocosos de um membro da Imprensa local de TV, que poderia usar do espaço que ocupa para explicar sobre os empréstimos feitos junto a amigos seus, quando de sua campanha a vereador, os quais até hoje estão pendentes. Aliás, esse “profissional” parece que mudou de lado, porque até poucos dias atrás, descia a lenha no prefeito. Será que ele recebeu um “cala boca” polpudo, prá “abaixar o facho”?
Muitas pessoas ligaram explicando que não poderiam comparecer, devido à hora marcada (16h30minh), mas que estavam solidárias com o objetivo. Mesmo assim, houve adesivagem de veículos, que foi muito bem recebida pelos condutores. 
Comemorem malas, porque vocês precisam segurar o emprego que o seu chefe lhes deu, em pagamento de ter feito campanha prá ele, de graça. O ato de ontem era,também, para denunciar as artimanhas que vocês fazem às escondidas...


Recebi a informação de que o clima no Pronto Atendimento (prá variar) anda quente, com a nova diretora se achando a “rainha da cocada preta”. Tal atitude tem gerado descontentamento entre os médicos e demais profissionais que lá atendem, justamente pela falta de respeito. Com um salário de R$ 7, 5 mil a nova diretora tem o apoio da sua chefa, prá agir assim. Por falar em salários, novas contratações foram feitas causando um acréscimo de R$ 400 mil, na folha de pagamento da Secretaria Municipal de Saúde. 
Recursos prá pagar os apaniguados têm de sobra, mas para consertar equipamentos e adquirir medicamentos não. E o povo que se lasque...



Hoje pela manhã, um flagrante foi registrado no Sistema Nacional de Emprego (Sine) aqui de Rondonópolis, por um usuário dos serviços. Segundo me foi repassado, três funcionários passavam o tempo acessando o Facebook, enquanto um fila enorme esperava prá ser atendida. Pior é que respondiam aos usuários que o atendimento só será retomado na terça-feira que vem (03/06), porque estão com acúmulo de serviço. Pode froide?


Correram fortes rumores no início desta tarde, de que a Polícia Federal estaria “visitando” quatro escritórios de contabilidade da cidade. Será que a casa aqui, finalmente, vai começar a cair? Isso deve estar deixando muita gente de cabelo arrepiado...


  

Contra o aumento da passagem! Pelo fim do monopólio da Cidade de Pedra! Por qualidade no Transporte Coletivo em Rondonópolis!


Novamente em nossa cidade fala-se em reajuste de tarifas, desta vez sob a justificativa de atender as demandas de renovação de frota, ampliação e criação de novas linhas e atender as reivindicações dos trabalhadores da empresa. Argumento semelhante foi utilizado no mês de março para justificar o aumento de R$2,60 para R$2,70 no pagamento cartão integrado e R$2,75 para pagamento em espécie. Onde se argumentou também que a empresa “faria um realinhamento das linhas de ônibus e um projeto básico de mobilidade urbana que serviria de subsídio para o processo de licitação da concessão. Haveria uma modernização no sistema” inclusive para que outras empresas participassem do processo licitatório até o presente momento sem previsão divulgada.

Divulgou se também que "o transporte coletivo de Rondonópolis percorre 430 mil quilômetros por mês e possui em média, 30 mil passageiros dia, sendo que destes, 11 mil são não pagantes e que ainda há o passe-livre para estudantes".
Nós da União da Juventude Socialista consideramos que não é perceptível as alterações e melhoras “prometidas” pela empresa e as justificativas da Secretária de Transito e prefeitura para o aumento que entrou em vigor em março. Pontuamos também que o dito Passe livre estudantil contempla uma minoria de estudantes e seus parâmetros não atendem a demanda de todos que necessitam do benefício. Os problemas apresentados anteriormente como a defasagem das linhas, a inexistência de vias específicas para circulação dos ônibus para agilizar o transporte coletivo, a falta de estrutura dos pontos de espera e terminais de embarque e desembarque continuam, nada foi feito, ou no mínimo não é notável.
Portanto defendemos a manutenção da tarifa no atual valor de R$ 2,70 e a manutenção do passe livre e que este não seja culpabilizado para justificar o aumento de passagens como recentemente foi feito, pois este já é restrito a estudantes de baixa renda não contemplando a todos sob a justificativa de orçamento.
Não aceitamos o repasse do eventual aumento de despesas por parte da empresa Cidade de Pedra para o bolso da população que se utiliza dos serviços que são prestados com baixa qualidade por esta. 
Solicitamos também a realização licitação para que outras empresas concorram e possam atuar no município de Rondonópolis com isso possivelmente termos disponível um serviço com qualidade.
Esclarecemos que nos solidarizamos e consideramos legitimas as reivindicações do movimento grevista dos trabalhadores da empresa Cidade de Pedra.

UJS- Rondonópolis


Aposentado doente que necessitar de acompanhante tem direito a aumento de 25% do benefício


O decreto 3048 de 1999 traz, em seu artigo 45, a possibilidade de majorar em 25% o valor do benefício percebido pelos aposentados por invalidez que necessitarem de acompanhamento permanente de outra pessoa. Para tanto, basta fazer um requerimento junto ao INSS, com posterior perícia, para ter sua pretensão atendida.
Inicialmente, acertou a lei no que toca ao respeito à dignidade dos aposentados acometidos por alguma espécie de invalidez, porém, por outro lado, deixou de observar o princípio fundamental da igualdade, por não acolher também os casos de invalidez superveniente à concessão do benefício previdenciário.

O artigo 45 do referido decreto lei, traz que “o valor da aposentadoria por invalidez do segurado que necessitar da assistência permanente de outra pessoa será acrescido de vinte e cinco por cento”, e em seu anexo I, onde prevê os casos em que o aposentado terá direito ao aumento do benefício. Entre as situações previstas, encontra-se cegueira total; perda de nove dedos das mãos ou superior a esta; paralisia dos dois membros superiores ou inferiores; perda dos membros inferiores, acima dos pés, quando a prótese for impossível; perda de uma das mãos e de dois pés, ainda que a prótese seja possível; perda de um membro superior e outro inferior, quando a prótese for impossível; alteração das faculdades mentais com grave perturbação da vida orgânica e social; doença que exija permanência contínua no leito; incapacidade permanente para as atividades da vida diária.
O entendimento jurisprudencial tem se posicionado a favor da igualdade, concedendo a majoração do benefício independente do tipo de aposentadoria. Nada mais justo, uma vez que a situação em que um aposentado por invalidez se encontra é a mesma em que se encontra um aposentado por tempo de contribuição, por idade ou especial, acometido por uma doença incapacitante.
O TRF da 4ª Região acolheu o princípio da igualdade nas apelações cíveis de nº 5022066-57.2012.404.7100/RS e nº 0017373-51.2012.404.9999/RS, onde reconhece que há a lacuna da lei, ferindo o princípio constitucional da isonomia, e por consequência a dignidade da pessoa humana. Os acórdãos fundamentam que não há motivo para tratamento desigual em situações semelhantes, quando for necessário que o aposentado tenha assistência permanente de terceiro, seja família ou cuidador profissional.

Christina Muller Pinto Hortencio
Advogada (Balneário Camboriú – SC)

(Imagem: Internet)

quarta-feira, 28 de maio de 2014

BOCA NO TROMBONE


Duas empresas do deputado estadual Ondanir Bortolini - Nininho (PR), a Deterra - Terra e Construções, e a Tripolo Engenharia, constam da lista de 27 empreiteiras que faturam o governo estadual, conforme uma das planilhas apreendidas pela PF, na Operação Ararath. Segundo as planilhas, a Deterra fatura R$ 1, 7 milhão e a Tripolo, R$ 2,2 milhões. A Polícia Federal está apurando se as empreiteiras receberam dinheiro de forma irregular, porque constam empréstimos contraídos por algumas delas junto ao Bic Banco, via Eder Moraes. 

A delação do “empresário” Gércio Marcelino Mendonça Junior, ainda vai trazer muita sujeira à tona. Aguardem... 



Apesar do deputado estadual José Riva (PSD) ter jurado inocência na entrevista coletiva de segunda-feira (26), segundo o inquérito da Polícia Federal sobre a Operação Ararath, ele é citado como um dos grandes beneficiários em lavagem de dinheiro. Riva, segundo declarações de Mendonça Junior, documentos, informações e apuração da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF), se utilizava das operações clandestinas desde 2006, tendo movimentado em torno de R$ 10 milhões; valores estes,    incompatíveis com a remuneração de um deputado estadual. 

Inocência mudou de nome?



A atuação do “empresário” Júnior Mendonça - delator premiado da Justiça Federal,englobava esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro em órgãos públicos de Cuiabá (governo estadual, prefeitura e Ministério Público Estadual) e em cidades do interior. O “empresário”, conforme depoimento prestado à Polícia Federal, afirma ter financiado a compra de sentença no Tribunal Regional Eleitoral, que evitou a cassação do prefeito Juarez Costa (PMDB), de Sinop, por corrupção eleitoral, em seu primeiro mandato. Nessa transação, no valor de R4 500 mil pagos ao então presidente do TER, Evandro Stábile, que foi relator do processo e que está afastado de suas funções, atualmente.

Mais uma vez, o nome do governador Silval Barbosa é citado, como mandante da ordem para pagamento da propina a Evandro Stábile, que foi paga através do falecido juiz e  ex-membro do Pleno do TER/MT, Eduardo Jacob. 



Logo mais à tarde, se realiza o Ato Público contra a Corrupção, a partir das 16:30h, na Praça Brasil, com os organizadores contando com a presença de considerável número de pessoas. O evento vem de encontro ao descontentamento que grassa junto à população, pelos fatos levantados pela Operação Ararath, da Polícia Federal, que apontam o mar de lama que viraram os Poderes constituídos do Estado, e administrativos de municípios de referência.
Praticamente todas as esferas do governo de Mato Grosso, especialmente as de Segurança, Saúde e Transportes estão um verdadeiro caos, como se houvesse um governo paralelo, alheio propositalmente, à vontade popular. Rondonópolis não foge à regra e com certeza será citada nos discursos, porque por aqui não se aguenta mais a (des) administração de Percival Muniz (PPS)...

  

(Imagens: SecomAL/Brasil247/Internet/Arquivo)

Silval é citado em suposta compra de liminar do TRE


Para não perder força política na região Norte de Mato Grosso, o governador Silval Barbosa (PMDB) teria se envolvido em uma negociação para compra de sentença no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) que permitiria ao prefeito Juarez Costa (PMDB), de Sinop, permanecer no cargo. A decisão que beneficiaria Costa teria custado R$ 500 mil e é citada pelo empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior na investigação Ararath, que apura um esquema de crime financeiro e lavagem de dinheiro no âmbito do poder público estadual, com a utilização de "bancos clandestinos".

A denúncia aponta que o dinheiro teria sido pago ao então presidente da Corte, desembargador Evandro Stábile, conforme consta em documento do Ministério Público Federal (MPF), que resultou na Operação Ararath, da Polícia Federal.

O episódio foi relatado ao MPF pelo empresário Gércio Mendonça Júnior, conhecido como Júnior Mendonça, que denunciou o esquema em troca da delação premiada. O empresário afirma que foi ele quem emprestou o dinheiro para pagamento de propina na tentativa de resolver a cassação do mandato do prefeito, em 2009. A informação consta no inquérito policial que teve o fim do sigilo decretado nesta terça-feira (27), por decisão do juiz da 5ª Vara Federal, Jeferson Schneider. De acordo com a investigação, o governador Silvar Barbosa teria recorrido à época ao juiz-membro do TRE-MT, Eduardo Jacob – já falecido – que mantinha forte ligação com o desembargador Evandro Stábile.

Em entrevista ao portal G1, o desembargador Evandro Stábile negou qualquer envolvimento com o caso. O advogado Alexandre Gonçalves Pereira, que defendeu Juarez Costa na época, disse que desconhece qualquer influência do governador na liminar concedida ao prefeito e também na suposta nengociação de venda de sentença. "A manutenção do cargo [prefeito] foi concedida pela Justiça porque não havia provas contrárias suficientes que resultassem em perda do mandato", frisou Pereira. A reportagem ligou para a defesa do governador Silval Barbosa, mas as ligações não foram atendidas.

O empresário disse durante a investigação que o governador, ao obter a informação de que o presidente do TRE-MT era o relator da ação contra o prefeito, teria orientado o juiz-membro Eduardo Jacob a procurar Júnior Mendonça para fornecer o dinheiro que garantiria a compra de sentença. “Jacob relatou ao empresário [Mendonça] que Juarez Costa estava com medo de trazer a referida quantia de Sinop. Dessa forma, o empresário emprestou em espécie a quantia de R$ 500 mil e entregou nas mãos do juiz-membro, levando o dinheiro na residência”, consta trecho da denúncia. Júnior Mendonça destaca em depoimento que recebeu como garantia um cheque no mesmo valor, mais 3% de juros.
 Em depoimento no dia 25 de fevereiro deste ano, Mendonça Júnior disse que o pedido do empréstimo partiu de Silval Barbosa, que dava amparo a Juarez, pois os dois eram do mesmo partido "e que foi o que motivou o depoente a fazer o empréstimo, vez que o governador seria o garantidor". Além disso, Mendonça Júnior relatou que Jacob o informou que Silval tinha interesse em manter Juarez na prefeitura de Sinop.
 Com a manutenção do prefeito no cargo, em 2009, o episódio se transformou em alvo da Operação Asafe, deflagrada um ano depois e que investigava a prática de exploração de prestígio, corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha para venda de sentença no Poder Judiciário Eleitoral. A ação resultou no afastamento da presidência do desembargador Evandro Stábile e do juiz-membro Eduardo Jacob.

Agora o caso volta à tona com a informação do suposto envolvimento do governador, que também foi citado no inquérito judicial da Operação Ararath por suposta participação no esquema de lavagem de dinheiro e de ter feito um empréstimo no valor de R$ 4 milhões, em 2008, quando ocupava cargo de vice-governador, e que teria sido contraído junto à empresa Globo Fomento Mercantil, que atuava como 'banco clandestino'.
Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do ex-secretário Éder Moraes, policiais federais encontraram uma planilha contábil em que consta o nome "Evandro", que o Ministério Público Federal sugere que seja uma referência ao desembargador Evandro Stábile. O valor citado na planilha ao lado da palavra Evandro é o mesmo relatado por Júnior Mendonça na denúncia ao MPF com relação à suposta compra da sentença.
Diante do fato, o MPF sugeriu a remessa do inquérito que envolve o magistrado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), como também requereu o encaminhamento de cópias para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigação na área administrativa.Também sugeriu que o documento seja remetido para a ministra Nancy Andrighi, titular da ação penal aberta para apurar os crimes denunciados na Operação Asafe, que também envolve o desembargador.

Briga judicial
O embate judicial sobre a cassação ou não do prefeito Juarez Costa e do vice, Aumeri Bampi, começou durante a campanha eleitoral de 2008, quando o então candidato Juarez foi acusado pela coligação concorrente de compra de votos, com distribuição de vales combustíveis e, em seguida, pela suposta compra de liminar para se manter no cargo. Dois anos depois, Juarez foi considerado inocente pelo Tribunal Regional Eleitoral e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

(Fonte: G1/MT)

Liberdade de imprensa na plenitude

  
“A publicação de reportagem ou opinião com crítica dura e até impiedosa afasta o intuito de ofender, principalmente quando dirigida a figuras públicas”.
Com esse fundamento, o ministro Celso de Mello, do STF, acolheu recurso da Editora Abril contra condenação do TJ-DFT, que a obrigava a indenizar em R$ 10 mil o ex-governador Joaquim Roriz por danos morais, em fevereiro deste ano.

“Não caracterizará hipótese de responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgar observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, veicular opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender”, afirmou o ministro do STF.
Raras vezes ações reparatórias por dano moral chegam ao Supremo - os recursos extraordinários são brecados na origem e os agravos de instrumento não têm sucesso.
Na avaliação de Celso de Mello, a liberdade de imprensa é uma projeção da liberdade de manifestação do pensamento e de comunicação, e assim tem conteúdo abrangente, compreendendo, dentre outras prerrogativas, o direito de informar, o direito de buscar a informação, o direito de opinar e o direito de criticar.
"Dessa forma, o interesse social, que legitima o direito de criticar, está acima de eventuais suscetibilidades das figuras públicas" - afirma o julgado. As informações são do saite Consultor Jurídico, em matéria assinada pelo jornalista Elton Bezerra.
No caso julgado, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz ingressou com ação contra a Editora Abril e o jornalista Diego Escosteguy, por causa de uma matéria publicada em dezembro de 2009.
O texto compara Roriz ao personagem Don Corleone, do filme "O Poderoso Chefão", e afirma que ele pode ser o homem que teria ensinado José Roberto Arruda, ex-governador do DF, a roubar.
Ao julgar a ação procedente, o TJ-DFT entendeu ter havido “clara a intenção do veículo de comunicação e do responsável pela matéria de injuriar e difamar, com ofensa à honra e à moral, excedendo os limites da liberdade de imprensa”.
Para o ministro Celso de Mello, porém, "a crítica faz parte do trabalho do jornalista". (Recurso extraordinário com agravo nº 722.744).
"No contexto de uma sociedade fundada em bases democráticas, mostra-se intolerável a repressão estatal ao pensamento, ainda mais quando a crítica revele-se inspirada pelo interesse coletivo e decorra da prática legítima de uma liberdade pública de extração eminentemente constitucional".

Essa decisão do ministro Celso de Mello ampara o profissional de Imprensa sério, idôneo e que faz uso pleno da sua atividade, justamente para denunciar o ilícito, o imoral, o corrupto. Deveres que têm, para com a população, como Jornalista...

(Fonte: Espaço Vital)


terça-feira, 27 de maio de 2014

Transporte coletivo vai parar na sexta-feira (30)


Em decisão tomada no final da tarde de ontem, os motoristas do transporte coletivo urbano aprovaram a paralisação das atividades na sexta-feira (30), depois de transcorrido o prazo legal de 72 horas. 
A assembleia da categoria aconteceu nas dependências do Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Terrestre de Rondonópolis e Região (STTTR) e os trabalhadores do setor reivindicam um aumento de R$ 1.800 para os motoristas, além de aumento na gratificação por função - de R$ 90 para R$ 300 -, bem como a contratação de plano de saúde, aumento nos valores da cesta básica e redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais.

A empresa Cidade de Pedra – concessionária do transporte coletivo urbano- afirma que há um impasse em negociar com trabalhadores, cuja solução depende do reajuste no preço da tarifa, de R$ 2,70 para R$ 2,95, não aceito pelo Conselho Municipal de Trânsito - que defende um aumento de R$ 2,85 e melhorias no transporte coletivo.

(Imagem: Ônibus Brasil)

BOCA NO TROMBONE


Na edição de ontem, deixamos espaço para que o coordenador do SAMU, Israel Paniago, desse a versão da unidade, sobre o porque de não ter ter havido atendimento imediato ao chamado feito por moradores do Jardim Atlântico, na manhã de sábado (24), quanto a socorrer um senhor que teve um infarto em via pública, daquele bairro.
Segundo o coordenador, que manteve contato comigo ontem à noite, a ligação solicitando atendimento havia caído e quando as atendentes do serviço retornaram para a solicitante, foram informadas que o paciente já havia sido deslocado para o PSF do bairro Cidade de Deus, sendo posteriormente encaminhado pela médica que o atendeu, para a Santa Casa. 
De acordo com a denúncia que recebi, um familiar conduziu o paciente direto para a Santa Casa, devido à demora da ambulância do SAMU...



Me foi repassado que tem uma secretária municipal que está acumulando três cargos no funcionalismo municipal, tendo recebido – no mês passado - por férias vencidas (somadas as três funções) o valor de R$ 40 mil. Não só me estranha o fato do acúmulo de cargos, como também, e principalmente, porque a própria havia proibido – expressamente – o pagamento de férias vencidas a todos os servidores da Saúde, por contenção de despesas. Em relação ao Pronto Atendimento, a exoneração de Vania Scapini do cargo de diretora da unidade, já vinha sendo delineada desde o ano passado- já que Vania não se enquadrava no perfil da turma da Chefa. 
Portanto, fica no ar a suspeita de que o escândalo do paciente que se arrastava poderia ter sido sim, uma armação. Mas só que com autoria inversa, para servir aos propósitos de queimar, somente, Vania Scapini. 
Esse assunto ainda vai dar muito “pano prá manga”. Aguardem!!!

       

Foi iniciado esta semana, no Sest/Senat, um curso de capacitação de Guardião de Piscinas (salva-vidas) de 40 horas – teóricas e práticas -, ministrado pelo Corpo de Bombeiros de Rondonópolis, visando formar pessoas habilitadas em salvamento e atendimento pré-hospitalar, com participação de professores de natação e funcionários de clubes recreativos.  
Em março deste ano, o vereador Manoel da Silva Neto (PMDB), teve aprovada lei de sua autoria, estabelecendo a exigência da presença desses profissionais em clubes que possuem piscinas. Lamentavelmente essa providência está sendo tomada somente agora, depois que duas mortes de crianças foram registradas em piscinas de clubes do gênero...



É esperado um grande público no Ato contra a Corrupção, que será realizado amanhã na Praça Brasil, a partir das 16:30h. Organizado por diversos segmentos representativos, Conselhos de Segurança e acadêmicos de Direito, o evento apartidário visa destacar a atuação do Supremo Tribunal Federal e da Polícia Federal durante a Operação Ararath, que fez um verdadeiro estrago no esquema de factorings comandado por Eder Moraes e cobrar transparência em licitações, dentre outros, em relação ao Estado e ao Município. 
Aposto que tem político “pelaí”, que obteve empréstimo do esquema, que deve estar de “cabelos em pé e com a barba de molho”. Prepara as orelhas também, porque elas vão arder, amanhã...



(Imagens: GazetaMT/Internet/Portal da PMR)

Estudantes têm até amanhã para pagar taxa de inscrição no Enem


Os estudantes que se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem até amanhã (28), para pagar a taxa de inscrição de R$ 35. Com o pagamento, quem não é isento da taxa confirma a inscrição no exame. São isentos os estudantes de instituições da rede pública e os candidatos que se declarem financeiramente carentes. A taxa pode ser paga nas agências do Banco do Brasil e também nas unidades do Banco Postal dos Correios e na rede Mais Banco do Brasil, formada pelos correspondentes bancários dessa instituição em estabelecimentos comerciais.

As provas do Enem serão aplicadas nos dias 8 e 9 de novembro em 1.699 municípios. Esta edição do exame registrou o recorde de 9,519 milhões de inscritos, o que representa um crescimento de 21,8% em relação a 2013 (7,834 milhões). O dado é preliminar, pois depende da confirmação do pagamento da taxa de inscrição.
No último sábado (24), o ministro da Educação, Henrique Paim, fez um alerta para evitar que se repitam problemas ocorridos no ano passado, quando inscritos agendaram o pagamento pela internet e em caixas eletrônicos no último dia do prazo, para efetivação do pagamento depois. “Houve confusão com a data de pagamento e de agendamento. Não basta agendar no dia 28. Tem que fazer o pagamento nesse dia”, disse.
Para se preparar para o exame, o aluno pode acessar o aplicativo Questões Enem, um banco de perguntas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que reúne as provas de 2009 a 2013. O acesso é gratuito.

(Fonte: Agência Brasil)


Participe do Ato Público contra a Corrupção



O ato público contra a corrupção, marcado para a tarde da sexta-feira passada (23) e que em virtude do mau tempo não pode ser realizado, vai acontecer amanhã (28) na Praça Brasil, às 16:30h. Promovido por segmentos da sociedade e acadêmicos de Direito, o ato conta com apoio dos conselhos de Segurança locais e será solidário às ações de combate à corrupção do Supremo Tribunal Federal (STF) e à Polícia Federal (PF) e também exigirá a transparência nas obras públicas e licitações em Mato Grosso e em Rondonópolis. Exerça sua cidadania. Participe!!!  

Governo oficializa aborto e paga R$ 443 pelo SUS


A Portaria 415 do Ministério da Saúde, do dia 22,  oficializou o aborto nos hospitais do Brasil, e o SUS pagará R$ 443,30 pelo procedimento. O Diário Oficial da União traz o eufemismo ‘interrupção terapêutica do parto’. A lei sancionada pela presidente Dilma visa autorizar aborto para casos de estupro e anencéfalos, mas deixa brechas para a prática geral: a mulher não é obrigada a apresentar BO policial ao médico, e uma única vírgula no texto da portaria abre interpretações para a prática geral.





(Fonte: Correio do Brasil)

Riva jura inocência e acusa manobra de Taques e Antero


Durante entrevista coletiva à Imprensa na tarde de ontem (26), na Assembleia Legislativa, o deputado estadual José Riva (PSD), disse que já entregou o seu passaporte à Justiça, cumprindo uma das regras impostas no despacho do ministro do STF Dias Toffoli, ao revogar a prisão preventiva do parlamentar, na sexta-feira (23).  – Dias Toffoli acrescentou no despacho, que Riva não mantenha relação com os demais investigados, entre eles, o governador Silval Barbosa (PMDB) e o senador e ex-chefe do Palácio Paiaguás Blairo Maggi (PR).

Usando de humor em sua fala, Riva garantiu que o impeditivo não se estende aos eventos públicos.  “Eu ia ficar triste se fosse impedido de ir a Juara (sua base eleitoral). Achei até bom pedirem meu passaporte, porque assim minha mulher (Janete) não me obriga a viajar”, disse o parlamentar.
O pronunciamento, o primeiro desde que Riva foi preso na Operação Ararath e obteve o direito à liberdade, após revogação da prisão, foi acompanhado por dezenas de servidores, que aplaudiram Riva em pelo menos 03 oportunidades. O parlamentar se fazia acompanhar por seu advogado Valber Mello, seu irmão Priminho Riva (ex-prefeito de Juara) e da filha Janaína Riva. 
José Riva acusa o senador Pedro Taques (PDT) e o ex-senador Antero Paes de Barros (PSB), de conduzirem uma manobra que desencadeou a 5ª etapa da Ararath, mas se conteve, tendo em vista que o assunto corre sob segredo de Justiça. Frisou, no entanto, que num caso de transação de empréstimos com bancos, como é o caso do Bic Banco, não cabe a quem pega emprestado saber a procedência da verba. Sendo assim, é mais grave para o fornecedor do dinheiro, no caso, Júnior Mendonça, via factoring e BicBanco. O parlamentar ressaltou, entretanto, que se, por ventura, ocorreu algum empréstimo, como é apontado no inquérito, não foi com recursos públicos. 
Ele comentou ainda o pedido de cassação, interposto pela Ong Moral contra ele. Se disse tranquilo e que já esperava a  solicitação. “Ong Moral devia ter mais moral, muitos não tem”.
O ponto alto da coletiva, entretanto, foi o de apontar a existência de viés político na Operação Ararath. A manobra, segundo José Riva, foi feita pelo senador e pré-candidato a governador Pedro Taques(PDT), com a ajuda de Antero Paes de Barros (PSB) . “Antero é o grande líder da maldade no Brasil, não é só em Mato Grosso”, destacou o entrevistado, enfatizando que Junior Mendonça - pivô da Operação Ararath, desmantelada pela Polícia Federal, no dia 20 -, aceitou fazer a chamada delação premiada, após reunião com o advogado José Santoro, ex-procurador da República, “que é amigo do pré-candidato ao Governo, o senador Pedro Taques. Antero seria uma espécie de orientador do delator”, frisou ele.

O outro lado 
Por seu lado, ex-senador Antero Paes de Barros rebateu as afirmações de Riva negando que tenha orientado Júnior Mendonça. “Nunca tive contato com Junior Mendonça. Riva mente descaradamente”, disse Antero em seu programa Preto no Branco, nesta segunda (26), na TV Pantanal, fazendo ainda uma comparação das carreiras de ambos e lembrando que o José Riva responde a mais de 100 processos. “Quem comete o mal? Quem responde a mais de 100 processos? Riva ou eu que não tenho nenhum? Riva está desesperado”, afirmou.
 O ex-senador lembra ainda que o deputado o acusou de estar envolvido nas denúncias em que o genro de Riva, vereador cassado João Emanuel (PSD), parece ensinando a fraudar licitações na Câmara de Cuiabá, quando ainda era da Mesa Diretora. “Riva, vai arrumar outro culpado pelos mais de 100 crimes que já cometeu”, finalizou.

(Condensado RDNews e MídiaNews)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

BOCA NO TROMBONE


Pegando uma “caroninha” na matéria da minha querida amiga Leda Limas, jornalista na linda e maravilhosa Florianópolis (SC), também repudio as precárias condições nos hospitais do País, enquanto dinheiro rola e sobra para as obras da Copa.  A saúde no Brasil agoniza; falta de tudo; a Justiça é acionada para que exames sejam feitos.
E em Mato Grosso, como não poderia deixar de ser diferente, além da saúde, a situação precária das rodovias tem contribuído para o aumento nos índices de acidentes, onde muitas vidas têm sido ceifadas. Alheios à situação, políticos corruptos retornam a seus ninhos, protegidos pela condição de foro privilegiado incentivando ainda mais, a impunidade. Até quando?


A situação caótica do trânsito de Rondonópolis, abordada na edição de sábado (24), tende a crescer sem que haja a devida atenção pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (Setrat). Parece que o secretário Argemiro Ferreira tem dado maior importância à implantação do novo sistema de controle do tráfego, que deve entrar em operação daqui a alguns dias. Nos horário de pico, logo após o meio-dia, engarrafamentos já se formam na rua D. Pedro II e na rua Otávio Pitaluga (sentido bairro-centro), antes das pontes sobre o rio Arareau. Não bastasse isso, caminhões invadem a área central, para carga e descarga nas lojas, complicando ainda mais a situação. Além disso, os proprietários de veículos de passeio deveriam ser incentivados a andar mais de ônibus, principalmente para se dirigirem ao Centro. A situação cresceu e a mentalidade continua a mesma de 20, 30 anos atrás...


Parabéns ao grupo Amigos de Juscimeira – que reúne pessoas de vários segmentos, preocupadas com o bem estar de todos - que desenvolveu a campanha Maio Amarelo também nas cidades próximas, com o objetivo de conscientizar a população para que haja humanização no trânsito. O grupo dá exemplo a outras cidades, de que basta ter vontade que as coisas acontecem. Respaldado pelo promotor público Daniel Mariano, pela PM e PRF, o grupo - idealizado pelo amigo e despachante Jurandir Machado - tá botando prá quebrar e já está desenvolvendo outra campanha de reurbanização das praças e jardins daquela cidade. Mesmo eu estando aqui em Rondonópolis, apoio as iniciativas e o coloco o blog à disposição, ok pessoal?


Bastou a Polícia Federal pegar pesado prá cima dos corruptos, que Blairo Maggi se apressou a dizer que deixa a política daqui a 04 anos, quando vence seu mandato de Senador. Seria mais decente que explicasse aos mato-grossenses sobre o Escândalo dos Maquinários, que sugou dos cofres públicos estaduais a quantia de R$ 44 milhões, e do qual ele diz não ter detalhes, apesar de que era governador à época. Explica, mas não convence, na entrevista dada à revista Veja da semana passada (matéria na edição de hoje, do blog), sobre ter sido avalista de um amigo seu, que pegou empréstimo na factoring de Eder Moraes. O que mais deixa o cidadão indignado, é que ninguém tem “culpa no cartório”, mas não deixam o poder nem que a “vaca tussa”. Só quando a coisa complica pro seu lado, como é o caso de Maggi, agora...


Mantive contato, agora pela manhã, com o coordenador do SAMU, Israel Paniago, sobre denúncia que recebi ontem, de que uma ambulância foi solicitada para socorrer um cidadão no Jardim Atlântico, na manhã de sábado, que havia sofrido um infarto numa via daquele bairro. A solicitação não foi atendida pelo serviço, tendo o paciente sido levado para o hospital poum familiar, depois de passado tempo do acontecido. Como destaquei ao coordenador, faço questão de ouvir as duas partes, mas que em virtude do tempo exíguo para a elaboração da coluna, aguardaria a sua verificação nas gravações dos chamados, até as 11 horas de hoje. Portanto, fica o registro dos denunciantes e o espaço para a devida explicação, por parte do coordenador do SAMU.




(Imagens: GazetaMT/Katia Fares Dib/SecomMT/Internet/ arquivo particular)

Ato Público contra a Corrupção será quarta-feira (28)

O ato público contra a corrupção, marcado para a tarde da sexta-feira passada (23) e que em virtude do mau tempo não pode ser realizado, vai acontecer na quarta-feira (28), na Praça Brasil, às 16:30h. Promovido por segmentos da sociedade e acadêmicos de Direito, o ato conta com apoio dos conselhos de Segurança locais e será solidário às ações de combate à corrupção do Supremo Tribunal Federal (STF) e à Polícia Federal (PF) e também exigirá a transparência nas obras públicas e licitações em Mato Grosso e em Rondonópolis. Exerça sua cidadania. Participe!!!  

Blairo diz à Revista Veja que deixa a política em 2018


O senador Blairo Maggi estava na Europa, na terça-feira(20), quando a Polícia Federal desencadeou a Operação Ararath, em Mato Grosso, e prendeu, entre outros, o governador Silval Barbosa, seu sucessor, amigo e parceiro. Citado como beneficiário de um esquema clandestino de financiamento de campanha, o parlamentar negou envolvimento no caso de corrupção no estado e, dizendo-se bastante constrangido com a situação, anunciou que vai deixar a política assim que terminar seu mandato no Senado, em 2018.

Entrevista 
 - Investigações apontam o senhor como destinatário de empréstimos fraudulentos?
Maggi: Isso não procede. Eu jamais fiz operação alguma com o intuito de receber recursos. Um amigo meu pediu um aval no banco. Fiz um favor, ele não conseguiu pagar e me cobram a dívida.
- Mas o relatório do Supremo Tribunal Federal diz que o empréstimo “espúrio” era para o senhor?
Maggi: Nosso grupo fatura uns 5 bilhões de dólares por ano. Não precisaria simular um empréstimo de 380.000. Os números são muito desproporcionais. Quem faz esse tipo de acusação deveria ter um pouco de senso para saber que isso não combina conosco. Deveriam antes pedir uma explicação. Mas não, chegam e detonam com todo mundo.
- O delator do esquema também disse que o senhor era beneficiário do dinheiro?
Maggi: Eu nunca vi esse cidadão. De repente ele aparece e diz que teve negócio comigo? De que jeito? O grande problema de tudo isso, além dos custos de defesa, é o risco de imagem que você tem.
- O senhor é um aliado do governo. Isso cria algum tipo de mal-estar?
Maggi: Os órgãos de controle têm de ser independentes. Fiquei oito anos como governador e incentivei todos os órgãos para que tivessem orçamento, mobilidade, para poder fazer as coisas. Não acredito nessa história de perseguição. O cara faz o trabalho dele, ninguém pode prevaricar, por isso que a democracia funciona.
- O senhor se considera um bom político?
Maggi: Os empresários que têm vontade de entrar na política vêm conversar comigo e normalmente falo para não entrarem. Hoje, os sistemas de controle do Executivo acabam sendo falhos, você não consegue implementar as mesmas mudanças que os órgãos de controle. Ser político é uma atividade de altíssimo risco. Não é recomendável às pessoas que têm negócios fazer política. Eu, por exemplo, já marquei a data. Vou deixar a política.
- Como assim?
Maggi: Assim que terminar meu mandato de senador, encerro minha carreira. O Brasil tem muitos desses problemas, os interesses são muito grandes e as pessoas circulam muito próximo do poder. E muito complicado. Para você se enrolar, basta um descuido. Não disputo mais o Senado. Não disputo mais nada. Vou voltar para minha casa e vou ser feliz. Já dei minha participação nesse processo todo.

(Fonte: revista Veja - Imagem: Senado)


Hipertensão Arterial Sistêmica


Caracterizada pela elevação da pressão arterial, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença que afeta cerca de 20% da população brasileira e chega a 50% entre os idosos, segundo dados do Ministério da Saúde. A pressão alta está relacionada com a quantidade de sangue que o coração bombeia e a resistência das artérias ao fluxo sanguíneo.

As alterações provocadas pela doença hipertensiva aumentam o risco de ocorrência de acidente vascular cerebral (AVC), de doenças nos rins e no coração. Além disso, facilitam a formação de placas de gordura nas artérias coronárias, elevando a predisposição do paciente hipertenso ao infarto agudo do miocárdio (IAM).
Causas
A causa da HAS está relacionada com a perda progressiva da elasticidade da parede das artérias, dificultando a passagem do fluxo sanguíneo. Este processo gera uma sobrecarga ao coração, comprometendo sua função a longo prazo. É possível ter a pressão arterial elevada durante anos sem apresentar nenhum sintoma. A hipertensão arterial não controlada aumenta o risco de problemas de saúde graves, incluindo ataque cardíaco e derrame.
Existem dois tipos de pressão arterial elevada: a primária, desenvolvida ao longo dos anos, e a secundária, que pode estar relacionada com diversas doenças ou uso de determinadas medicações. Entre as causas de hipertensão arterial secundária podemos citar: anormalidades nos rins, defeitos congênitos do coração, uso de anticoncepcionais orais, medicações utilizadas para gripe, uso de cocaína e anfetaminas.
Sintomas
Os sintomas de pessoas hipertensas são extremamente variados e frequentemente a doença é silenciosa. Quando presentes, as queixas mais comuns são dores de cabeça, principalmente na nuca, tonturas, zumbidos no ouvido e sangramento nasal.
Estes sintomas são mais frequentes durante as crises hipertensivas, causadas por aumentos bruscos dos valores de pressão arterial. Palpitações e dor no peito, além de falta de ar e inchaço nos membros inferiores, sugerem comprometimento cardíaco e maior gravidade da doença.
Pressões arteriais elevadas provocam alterações nos vasos sanguíneos e na musculatura do coração. Podem ocorrer hipertrofia do ventrículo esquerdo, AVC, IAM, morte súbita, insuficiências renal e cardíaca, entre outras.
Diagnóstico
O diagnóstico se baseia em duas medidas da pressão arterial, preferencialmente em repouso, realizadas no consultório médico com um aparelho próprio para essa finalidade – o esfigmomanômetro. A pressão arterial é considerada normal quando a pressão máxima do coração (sistólica) não ultrapassar 120 milímetros por mercúrio (mmHg) e a mínima das artérias (diastólica) não ultrapassar 80 mmHg.
O teste ergométrico também verifica o comportamento da pressão antes, durante e após o esforço físico, porém a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA), que efetua medidas de seus valores por 24 horas ao longo das atividades cotidianas e durante o sono, é um dos recursos mais usados para confirmar o diagnóstico de HAS. Em determinados casos pode ser útil uma avaliação psicológica, bem como do nível de estresse do paciente.
Tratamento
Procurar um médico aos primeiros sinais da doença é fundamental para a indicação do melhor tratamento para cada caso. Somente o especialista poderá orientar o paciente em relação aos procedimentos adequados e ao uso de remédios.
A mudança do estilo de vida do paciente é fundamental para sua recuperação. Um cardápio mais saudável à base de frutas, água e folhas, evitando gorduras e frituras, e exercícios físicos regulares formam um conjunto de medidas essenciais para restabelecer a pressão. Medicações anti-hipertensivas são indicadas sempre que necessário. O tratamento deve ser monitorizado regularmente pelo médico, que determina o medicamento mais indicado de acordo com a gravidade e os fatores de risco de cada paciente.
Prevenção
Recomenda-se que toda pessoa a partir dos 40 anos visite um clínico ou cardiologista para a avaliação da pressão arterial e do estado geral de seu coração. Medidas preventivas importantes incluem manutenção do peso ideal, prática regular de atividade física e dieta balanceada. Ingestão de bebida alcoólica em excesso e tabagismo também são hábitos que devem ser evitados. A obesidade é um dos maiores fatores de risco para o desenvolvimento da HAS. Mulheres que utilizam anticoncepcional oral ou terapia de reposição hormonal devem ficar atentas quanto ao risco de elevação da pressão arterial. 
(Fonte: Labfa)