Tenho recebido reclamações sobre as velocidades registradas nos radares que estão espalhados pela cidade, os quais apresentam diferença de até 10 kms, comparada com a velocidade registrada no hodômetro ou odômetro – instrumento no painel do carro, que serve para medir as distâncias percorridas - popularmente como marcador de velocidade.
O que ocorre é que os equipamentos instalados, segundo a Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (Setrat), ainda estão em fase de testes e tão logo sejam ajustados, serão aferidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), para daí, então, entrarem em funcionamento definitivo.As reclamações sempre serão bem vindas no Boca no Trombone e essa preocupação revela que a população estará de olho, tão logo os equipamentos entrem em operação definitiva...Eu também estarei..
Depois das invasões processadas na quinta-feira (15), quando dois residenciais foram alvo de ações dessa natureza, o que não aconteceu com um terceiro, graças à pronta ação da Polícia Militar e da construtora responsável, nem a Caixa Econômica Federal, nem a Polícia Federal e o Ministério Público, sabiam que atitude tomar. Na sexta-feira, mutuários que já possuíam cadastro e ficha de inscrição procuraram os órgãos competentes, sem que uma resposta concreta lhes fosse dada. Enquanto isso, aproveitadores tentavam vender a unidade invadida até por R$ 200,00, comprovando que entre os invasores há pessoas que assim agem, por puro interesse material. Quem for ingênuo o bastante para cair numa dessas, vai se dar mal. Porque poderão ser enquadrados na Lei e também ser desclassificados para receber a casa própria. ~
Um hábito salutar deixado de lado pelos mais jovens, o da leitura, vem sendo incentivado pelo Projeto Literatura Brasileira, em parceria entre a Biblioteca Municipal da Vila Operária, e professores de Língua Portuguesa das estaduais. O projeto está sendo desenvolvido por uma equipe composta de bibliotecária, e estagiárias dos cursos de Letras e Biblioteconomia, da UFMT. Direcionado a alunos da faixa etária de 11 a 13 anos, o projeto visa desenvolver nos leitores a habilidade de leitura e compreensão da linguagem literária, bem como a explorar mais os mecanismos da linguagem e a compreender melhor os diferentes estilos literários, além de abordar a importância da literatura brasileira; a compreensão da linguagem literária; a biografia do autor selecionado; leitura do texto e apresentação da linguagem utilizada pelo autor na obra.
Tenho boas lembranças, quando na minha infância e adolescência havia bibliotecas públicas, tanto para incentivo à leitura, como base de pesquisa...
Elaborado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE-MT), em parceria com o Ministério da Justiça, o projeto que criou a Central de Acompanhamento e Fiscalização da Execução de Penas e Medidas Alternativas (Capex) em Cuiabá e Rondonópolis, já vai formar a segunda turma entre as reeducandas da Cadeia Pública da cidade (21 participantes), que vão receber certificado de conclusão do curso profissionalizante de Salgadeiras. A primeira turma participou do curso de revestimento cerâmico. A entrega de certificados acontece na quarta-feira ( 21), às 14 horas, naquela unidade penal. A Capex desenvolve o projeto, em parceria com o núcleo da Promotoria de Justiça de Rondonópolis e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Desde que o projeto foi implantado, no início deste ano, seis turmas foram formadas com 120 inscritos (homens e mulheres), que vem participando de cursos realizados nas Promotorias de Justiça de Rondonópolis, Penitenciária Major Eldo Sá Correia, Cadeia Pública Feminina e Associação Beneficente Nossa Senhora de Fátima Comunidade Terapêutica (Casa Esperança).
Excelente iniciativa, que ao mesmo tempo em que qualifica os reeducandos e assistidos, promove sua reinserção social. Sinal de que nem tudo está perdido...
Com as mudanças introduzidas na Lei 12. 971/14, sancionada pela presidente da República, Dilma Rousseff, e publicada no Diário Oficial da União /DOU), na semana passada, no prazo de seis meses, os motoristas que forem condenados por participação em rachas estarão sujeitos a penas mais duras que poderão chegar a dez anos de reclusão, no caso de morte. A lei altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97) para elevar a pena pelo crime de participação em racha, atualmente de seis meses a dois anos de detenção, para até três anos. No caso de a prática resultar em lesão corporal grave ou morte, a pena poderá ser de reclusão. A pena é de três a seis anos de reclusão no caso de lesão corporal e de cinco a dez anos no caso de morte. A condenação independe da comprovação de que o motorista quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo.
O novo texto aumenta também, em dez vezes as multas aplicáveis nos casos de “racha”, “pega”, manobras perigosas, arrancadas e competições não autorizadas. Atualmente, elas variam de uma vez a cinco vezes. No caso de reincidência dentro de 12 meses, a multa será aplicada em dobro, bem como aumenta em dez vezes, as multas aplicáveis aos motoristas envolvidos em racha, competições não autorizadas e demonstrações de manobras arriscadas. Com isso, o valor chegará a R$ 1.915,40. Se houver reincidência no prazo de 12 meses, a nova multa será aplicada em dobro.
Então, os “ases” do volante podem ir pondo as “barbas de molho”, porque a coisa vai engrossar, daqui prá frente...
(Imagens: Guia S.José dos Campos/TV Cidade Record/GCSPMR/GazetaMT/Internet)






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