A semana começou “quente”, com telefones e Internet das unidades de Saúde municipais (SAMU, PSF´s, Postos de Saúde, Centro de Referência e Assistência Social - CRAS, dentre outros) cortados por falta de pagamento, apesar da Secretaria de Saúde possuir um dos maiores orçamentos da municipalidade (passou de R$ 9 milhões para R$ 14 milhões, em janeiro deste ano). Aliás, a Secretaria de Saúde tem deixado na mão também, inúmeros cidadãos e cidadãs que dependem de medicamentos de alta complexidade. A Farmácia de Saúde Mental, por exemplo, não tem um único medicamento para distribuição, em seu estoque. Também é crítica a situação dos 208 internos do Lar Cristão, da Casa da Esperança 1 e 2, sem contar a APAE e outras unidades, cujos assistidos também estão sem medicamentos, forçando as entidades a comprarem os mesmo, com recursos próprios, deixando descobertas outras áreas igualmente importantes. Isso, sem contar as ambulâncias e carros da Saúde, que estão parados no pátio, à espera de conserto e a esteira do Ceadas, que continua quebrada. Pois é, mas dinheiro prá pagar o aluguel do prédio do marido (onde funcionava a Central de Regulação, na esquina da SMS) não faltava, né secretária? Depois, eu que sou maldosa...
Recebi uma denúncia gravíssima – de fonte altamente confiável - solicitando que os vereadores verifiquem – detalhadamente - a prestação de contas de 2013 do Pronto Atendimento (PA), em relação ao pagamento dos plantões, cujos valores pagos – perto da casa de R $ 1 milhão -, não batem com o número de médicos plantonistas (gastos não chegariam a R$ 400 mil). Segundo a fonte fidedigna, é só comparar esses dois dados que os vereadores vão achar “caroço nesse angú”. Outra denúncia, não menos importante, dá conta de que passagens rodoviárias, que o Ministério da Saúde banca para viagens de pacientes a outras cidades ou Estados, tem sido usadas, em muitos casos, para viagens de turismo de funcionários de “alta confiança” e também de conhecidos da secretária de Saúde. É mole?
Apadrinhados da referida secretária estão fazendo a cabeça dos servidores que seriam exonerados, no episódio do paciente que se arrastava pelo chão do PA (dia 06 de abril), para que não movam ação contra a secretária, o prefeito e o Município, por danos morais sofridos pela antecipação precipitada dos fatos. Após as declarações no dia 07, de que exoneraria todos do plantão, Marildes tratou de acalmar seus pupilos – que também estavam na lista da exoneração -, para que não se preocupassem, porque nenhum mal lhes aconteceria. Tais pupilos, devido à proteção da chefa, chegaram a exibir aos demais colegas as mensagens por SMS que a secretária lhes enviou, tranquilizando-os. É muita cara-de-pau, mesmo...
A deputada Teté Bezerra (PMDB) vem acompanhando o pré-candidato ao governo o Estado pelo partido, Julier Sebastião, pela nossa região - esta semana- para repassar aos filiados estratégia de campanha, a ser adotada, também no intuito de que eles se familiarizem com o pré-candidato, recentemete filiado. No entanto, nada está definido neste jogo do “Vou não Vou” e há a possibilidade de Teté Bezerra vir a ser a vice de Lúdio Cabral (PT), ao Palácio Paiaguás, sobrando para Julier disputar a senatória. Caso isso se confirme, sobram duas vagas a deputado estadual no PMDB para Rondonópolis, abrindo-se enormes chances para o vereador Adonias Fernandes disputar uma delas. Egresso do movimento comunitário, Adonias foi bem respaldado na reunião de ontem à noite que Teté Bezerra e Julier mantiveram com filiados e militantes, pela presença considerável de lideranças desse segmento.
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| (AgoraMT) |
| (Divulgação) |
O prefeito Percival Muniz (PPS) está reunido, desde o início desta manhã, com os vereadores, discutindo sobre a construção da ponte sobre o rio Vermelho, na confluência da avenida Lions Internacional com a rua Fernando Corrêa da Costa. Segundo informações que me chegaram agora, o assunto está decidido: Percival vai mesmo utilizar quase R$ 20 milhões do IPTU, para a construção da obra, em detrimento de outras pontes sobre o rio Arareau e outras obras mais urgentes que a cidade necessita, como o recapeamento asfáltico. Como ele mesmo afirmou que não ouve os conselhos municipais constituídos, não é surpresa alguma uma imposição desse tipo. Lamentável, que os vereadores digam amém a uma decisão tomada à margem de discussão com os segmentos da sociedade. Você, contribuinte, o que acha?



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