A secretária Municipal de Saúde, Marildes Ferreira do Rêgo, tem muitos pontos em comum com o prefeito Percival Muniz (PPS). Um deles, diz respeito a divulgar factóides (afirmações improváveis, que são criadas com o intuito de serem aceitas como verdades inquestionáveis), para reverter uma situação adversa, a seu favor. Devido ao sensacionalismo de um site, que noticiou ontem (08) sua exoneração do cargo, a secretária desmentiu o fato – aproveitando para denunciar ameaças e sabotagem, que estariam sendo perpetradas contra ela e algumas unidades de saúde -, com o puro intuito de reverter o descrédito que tanto ela, quanto o prefeito, vem enfrentando junto à opinião pública. Em entrevista à imprensa, colocou-se como vítima de situações afirmando que havia sido derrubada por uma mulher na rua, por causa de um empurrão (como se isso acontecesse só com ela) e estar recebendo telefonemas “suspeitos” (que eu também venho recebendo no meu celular e no fixo da minha casa). O blog vai acompanhar as investigações que ela solicitou à Polícia Civil para que a população seja informada de seu andamento, apesar de que eu acho que a polícia tem mais o que fazer, diante do alto índice de criminalidade que a cidade registra. Seria bom que ela aproveitasse do espaço na Imprensa, para explicar sobre diversos assuntos de interesse da coletividade, como priorizar parentes em cirurgias de catarata e pterígio, sobre a falta de medicamentos no PA e na Rede de Saúde Básica e também, quanto à tonelagem mensal de lixo hospitalar que é recolhida, por exemplo. Quantos aos telefonemas que diz estar recebendo, é fácil e rápido de resolver: é só mandar grampear, Secretária...
O meio político local foi pego de surpresa esta semana, com a renúncia da presidência do Diretório Municipal do PPS e desfiliação do partido, pela empresária Ádria Muniz. Alegando necessidades particulares e empresariais, mas também por discordar de condutas políticas que vêm sendo adotadas pelo partido e, provavelmente quanto ao modo que seu irmão, o prefeito Percival Muniz (e também presidente regional do PPS), vem administrando a cidade. Ádria Muniz é dotada de uma ampla visão política, adepta do diálogo franco e aberto, além de usufruir de grande respeitabilidade junto a vários segmentos da cidade, aos filiados e também pelos adversários políticos, justamente pela coerência e discernimento. Por conhecê-la há 27 anos, desfrutar de sua amizade e admirá-la por várias situações que já presenciei, posso dizer que esse afastamento, deixa a política local mais pobre, mais ignóbil, mais lesiva aos ideais populares. Perde com isso, não somente o PPS, mas também a salutar discussão política...
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| (atribunamt.com.br) |
Uma grande “enxurrada” de multas está para ser deflagrada pela Prefeitura de Rondonópolis, visando atingir a classe empresarial da cidade, principalmente no tocante a atrasos ou não pagamento da taxa de Alvará. A empresa em procedimento de fiscalização, ficará comprometida no seu funcionamento, quando a contabilidade, departamento fiscal, departamento financeiro, bem como o departamento de recursos humanos, que terão que preparar e apresentar os documentos exigidos pelo fisco, em tempo hábil. Empresas como os estabelecimentos bancários, concessionárias de veículos e máquinas agrícolas, bem como algumas grandes empresas, que não são fiscalizadas há pelo menos uma década, preparem-se para receber a visita dos fiscais municipais, em breve. Os blocos das multas já estão preparados...
Servidores municipais vêm acompanhando, atentamente, o processo que o Ministério Público Estadual (MPE) move contra o diretor executivo do Instituto de Previdência dos Servidores de Rondonópolis (Impro), Josemar Ramiro e Silva, quanto a irregularidades em aplicações financeiras cometidas em 2008 e 2009, e afirmam que – mesmo com as explicações dadas pelo diretor, sobre o caso -, há pontos obscuros ainda a serem esclarecidos. O processo já está no Fórum de Rondonópolis e segundo esses servidores, dois pedidos de Josemar, para desbloqueio de seus bens pessoais, já teriam sido indeferidos pela Justiça. O total dos recursos envolvidos nas operações, consideradas irregulares pelo MPE, ultrapassa a casa dos R$ 2, 5 milhões. Tentamos manter contato, agora pela manhã com o diretor-executivo do instituto e seu advogado, para que dessem esclarecimentos sobre as duas negativas de desbloqueio de seus bens, mas ambos não atenderam às ligações.
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