Enquanto Percival Muniz se reunia com vereadores na Prefeitura, esta manhã, para comunicar que a construção da ponte sobre o rio Vermelho, num valor que beira os R$ 20 milhões com recursos próprios, vai acontecer mesmo, cerca de quinhentos servidores municipais se reuniram em assembleia da categoria, nas dependências do Canadá Country Clube e aprovaram a deflagração de greve, já na próxima sexta-feira (09).
A decisão se dá em razão da cobrança de um aumento real de 19% e também quanto à demora na definição do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos servidores públicos municipais, que se arrasta desde o ano passado. Presente à assembleia, o vice-prefeito Rogério Sales tentou protelar a decisão pela greve, explicando que a demora na definição do PCCS se deve à necessidade de se corrigir as distorções, sem comprometer a capacidade de pagamento.
O presidente do Sispmur, Rubens Paulo, disse ser mais importante assegurar os 19% de aumento salarial, que beneficiaria os servidores de forma diferenciada: o restante do percentual seria dado em duas parcelas iguais para todos os servidores - a primeira ainda neste ano e a segunda em 2016.
O presidente da entidade disse que o prazo legal de 48 horas será cumprido e que se nesse meio tempo, uma proposta melhor for apresentada pelo Executivo, haverá nova assembleia, para avaliação. "Caso contrário, paralisaremos as atividades, por tempo indeterminado", concluiu.
O presidente da entidade disse que o prazo legal de 48 horas será cumprido e que se nesse meio tempo, uma proposta melhor for apresentada pelo Executivo, haverá nova assembleia, para avaliação. "Caso contrário, paralisaremos as atividades, por tempo indeterminado", concluiu.

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