sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Bolsa Futebol: Cartola de MT ganha salário da CBF

Helmute Lawisch - presidente da FMF
A CBF deve oficializar, nas próximas semanas, o pagamento de uma espécie de "bolsa" aos presidentes das 27 federações estaduais do futebol brasileiro. A quantia, como se fosse um salário de R$ 15 mil, seria paga diretamente aos cartolas, como uma ajuda para cobrir custos gerados pelo trabalho nas entidades, segundo o site UOL Esportes. O veículo diz ter apurado que as conversas sobre a concessão do benefício ganharam força durante a Copa do Mundo – vários presidentes reclamaram dos custos gerados por viagens, encontros com patrocinadores e horas perdidas em seus empregos de fato, pagas com o próprio dinheiro. 
Os cartolas - entre eles, Helmute Lawisch, que responde pela Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) - formam a maior parte do colégio eleitoral que elege o presidente da CBF. E eles, segundo o UOL, confirmam a medida, a qual se referem como "pró-labore". As federações já recebem uma ajuda de custo mensal da CBF, de R$ 50 mil. Lawisch também é o mandachuva do Luverdense, o representante de Mato Grosso na Série B do Campeonato Brasileiro.
Fonte/imagem: Mídia News

Comentário do blogue 
O ex-jogador de futebol, deputado federal e futuro Senador, a partir de janeiro de 2016, Romário de Souza Faria (PSB) tenta de todas as formas, conseguir que a Justiça investigue a CBF, sem sucesso.
Blindada pelos cartolas, a entidade já foi alvo de vária denúncias de corrupção, que se arrastam desde os tempos de Ricardo Teixeira.
Agora esse "pró-labore", a ser pago aos presidentes das federações estaduais de futebol, aparentemente soa como um "agrado", um "cala-boca".
Em tempos de moralização, isso afronta a limpeza que se pretende fazer em todos os níveis.

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