sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Ministro pede votos para Dilma e fala em avanços no agronegócio

O ministro da Agricultura Neri Geller esteve em Rondonópolis na tarde de ontem (16), para pedir votos para a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele se reuniu no auditório de um hotel da cidade com lideranças políticas da região e ressaltou os avanços no setor produtivo do estado durante os quatro de gestão da petista.

"É claro que nós estamos apenas fazendo a nossa obrigação, mas que bom se os outros governos do passado também tivessem feito a sua. Nós aprovamos nesse governo o novo Código Florestal, que dá segurança jurídica ao produtor para eles fazerem os investimentos. É um avanço importante. Diferente dos anos 90 e início dos anos 2000, quando se estimulava os invasores de terra. Nesse momento se criou uma estabilidade, se criou uma política de renda e emprego, definida. A minha presença como ministro aqui é para mostrar os avanços e para dizer que a agricultura não tem do que reclamar com tantos investimentos promovidos por este governo", disse Geller.
Segundo o ministro, que disse estar afastado de suas funções em Brasília para viajar o estado pedindo votos para a presidente, o tom da campanha nesse final de segundo turno será a comparação do atual governo com os governos do PSDB e mostrar os avanços conquistados pelos brasileiros durante os governos petistas. "Estamos fazendo o enfrentamento no campo das ideias e mostrando os avanços que nós tivemos. Com certeza, Mato Grosso nunca teve um presidente ou presidenta que nos tivesse trazido tantos avanços", apontou.
Neri Geller citou os investimentos federais no estado de cerca de R$ 2 bilhões para a sustentação do preço mínimo de commodities como o algodão e o milho, e para o custeio da produção. "Isso gera emprego e dá a oportunidade para as pessoas. Nós queremos mostrar que Mato Grosso tem um ministro e quero pedir o apoio e o retorno de tudo que foi feito. Queremos mostrar para as pessoas, inclusive vocês da imprensa, que não foi só Bolsa Família, que atende os mais pobres e trouxe melhor qualidade de vida, ou o financiamento de máquinas e tratores, mas agora todos podem comprar uma moto um carro. Para se ter uma ideia, há apenas doze 12 anos atrás, apenas 18 milhões de brasileiros viajavam de avião por ano. Agora, são 55 milhões. Motivos é o que não faltam para os mato-grossenses votarem em Dilma", emendou.
Ainda segundo o ministro, a estratégia de campanha de Dilma em nível nacional deverá seguir na mesma linha adotada no estado. "Os programas eleitorais estão aí, a presidenta Dilma está crescendo, a aprovação de seu governo está melhorando e ela está crescendo nas pesquisas. Vamos seguir por aí mesmo e fazer as comparações com o passado e falar dos avanços. Nós vamos ganhar as eleições sim", concluiu.
Geller ainda participou, à noite, de um ato de campanha em Barra do Garças e depois retornou para Cuiabá. Hoje, ele concede entrevistas para a imprensa pela manhã e à tarde vai para Tangará da Serra e Juína. De noite, já em Sinop, Geller participa de reunião com lideranças regionais.
No sábado, o ministro e sua comitiva visitarão Campos de Júlio e Nova Canaã. No domingo será vez de Lucas do Rio Verde e Sorriso.
Com informações e imagem: GazetaMT

Comentário do blogue
A ausência de mais vereadores do bloco de partidos que apoia (?) a candidatura de Dilma Roussef à reeleição, foi bastante notada e comentada durante o encontro, pelos presentes.
Somente seis vereadores dos mais de 15 que participam da coligação, estavam na reunião.
Ou estão em cima do muro, ou então com medo de mostrar as caras.
No tocante ao ministro Neri Geller, provavelmente, ele tenha levado um "puxão de orelhas" em Brasília, por sua fraca atuação no primeiro turno junto aos produtores mato-grossenses, como ele deixou transparecer - veladamente - em sua fala.
Por outro lado, a determinação do deputado federal Wellington Fagundes, que em janeiro assume como Senador, é elogiável.
WF aposta em todo seu prestígio político, ao assumir a coordenação da campanha em Mato Grosso. 
Caso Dilma Roussef se reeleja, estará aberto o caminho para ele, com destino à sucessão de Pedro Taques no governo do Estado.
Muita coisa está em jogo, nessa eleição...

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