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| Taques durante a coletiva |
O candidato a governador de Mato Grosso pela coligação “Coragem e Atitude Pra Mudar”, senador Pedro Taques (PDT) concedeu entrevista coletiva à imprensa de Rondonópolis hoje (25) à tarde, na companhia do vice de sua chapa, Carlos Fávaro (PP), e de candidatos a deputado estadual e federal.
Taques respondeu às perguntas dos jornalistas, esquivando-se de usar termos agressivos, mas usou de várias frases de efeito para se referir à situação caótica que Mato Grosso hoje enfrenta, enfatizando que deseja fazer um Estado honesto.
Em resposta ao blog Estela Boranga Comenta, quanto às diferenças de suas propostas sobre as dos demais candidatos, o senador disse que não tem um modelo novo de administração, mas sim que irá aplicar o que precisa ser feito, como a efetivação das políticas públicas. “Mato Grosso registra índices alarmantes de lepra, em 91% dos municípios; a área de segurança hoje possui um efetivo de somente 7 mil homens. Vamos dobrar esse número”, pontuou.Indagado sobre se seu governo possa vir a sofrer retaliações do Governo Federal, caso ele seja eleito e Dilma Roussef retorne à Presidência - por ter se posicionado favorável à criação da CPI da Petrobrás, quanto ao imbroglio da Refinaria de Pasadena, nos EUA - Pedro Taques disse que não acredita nisso. “Nosso Estado ajuda muito o Brasil a aumentar o superávit da balança comercial. E meu posicionamento como senador não poderia ter sido outro. Tenho a obrigação de cobrar, em nome do povo que me elegeu”.
O candidato respondeu ainda sobre a impulsão do Turismo. “O que vimos durante a Copa do Mundo, foi somente dentro da Secretaria de Turismo. Mato Grosso tem belezas indescritíveis. Rondonópolis, por exemplo, tem as formações rochosas Ponte de Pedra; Jaciara tem as cachoeiras famosas, que o turista não conheceu”.
Taques falou ainda sobre a descentralização de seu governo, para que o interior cresça e tenha a valorização que merece, principalmente quanto às unidades regionais de Saúde, que devem ser dotadas de todas as condições de atendimento e o reforço dos consórcios entre os municípios.
A questão das hidrovias também foi abordada pelo blog. Quanto a esse assunto, o candidato afirmou que os transportes intermodais devem ser incentivados e que pretende dar atenção às hidrovias Paraguai/Paraná; Tapajós/Teles Pires; e Araguaia/Tocantins.
Sobre a desistência da candidatura de Jayme Campos (DEM), em relação à reeleição ao Senado, Taques disse que o senador democrata lhe assegurou que se deveu a aspectos pessoais. “Ninguém é insubstituível. Outros nomes já estão sendo analisados e mais doq eui nomes, precisamos discutir práticas e modos de superar os desafios que teremos”.
Finalizando, Pedro Taques disse que não irá mudar Mato Grosso se não houver mudanças também, na Assembleia Legislativa, para que seu projeto de Governo seja concretizado, dando a entender que espera uma renovação também no Palácio Alencastro.
Imagem: Oseias Freitas/RadardaCidade

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