O desespero em se manter no cargo e aparecer na mídia, tem feito a secretária de Saúde de Rondonópolis, Marildes do Rêgo, cometer as mais ousadas e desatinadas loucuras, virando até motivo de chacota, não só na Pasta que comanda, mas em toda a municipalidade.
Depois de priorizar o marido e um cunhado em cirurgias de catarata e pterígio – em detrimento de mais de 4 mil pessoas que aguardavam a vez, na fila -; de tentar achar “forças ocultas” - inclusive tendo tentado me incriminar como mandante - para explicar o escândalo do Pronto Atendimento (paciente que se arrastava pelo chão), que acabou sobrando só para a ex-diretora Vânia Scapini – que era uma espinha de peixe em sua garganta -; de proibir pagamento de férias vencidas aos servidores da Saúde, mas ela ter autorizado a sí própria o recebimento de quase R$ 40 mil desse benefício; de se alterar com um promotor de Justiça, que quase lhe deu voz de prisão; de gritar tresloucada pelos corredores da SMS, como se alí fosse sua casa; e de perseguir servidores, veladamente, a incompetente Secretária de Saúde (que o blog averigua sobre denúncia de que ela possui quatro vínculos emprecatícios), agora começou a querer complicar a vida de colegas da Imprensa, concedendo entrevista com fatos inverídicos, como mostro a seguir:
Tão logo veiculou a coluna Curtas e Grossas no dia 28 de agosto, dando conta e que haveriam exonerações de Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) e de Endemias (ACE), Marildes do Rêgo contatou um site local, concedendo entrevista de que o Tribunal de Contas da União (TCU), havia lhe enviado determinação, autorizando as demissões das agentes.
De posse dessa matéria, como mostram os prints a segur do site do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil, o coordenador geral da Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, Samuel Camêlo, enviou a matéria ao TCU, que imediatamente acionou o procurador geral do município de Rondonópolis, Fabrício Corrêa, que pisando em ovos, teve que se explicar sobre a entrevista de Marildes do Rêgo , concedida ao site GazetaMT, no dia 29.
Não bastasse ter atropelado a hierarquia, já que tal comunicação é repassada pelo TCU à Procuradoria Geral do Município e não a um Secretário Municipal, Marildes do Rêgo ainda fez com que Fabrício Corrêa concedesse, na semana passada, outra entrevista ao site rondonopolitano, dizendo que a determinação era do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e não do TCU.
Eu só espero que a presidente da associação local das ACS e ACE, Marina Lara, não caia na lábia de Marildes do Rêgo, acreditando que ela é a pessoa mais bem intencionada nesse balaio de gatos todo.
Abre o olho, Marina. Não vá no canto da sereia, porque você sabe – muito bem - com quem está lidando.
Matéria e print do dia 31 de agosto
"EXCLUSIVO: Coordenação da Mobilização Nacional busca esclarecimentos do TCU e da Prefeitura de Rondonópolis
O coordenador Geral da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, Samuel Camêlo, já estabeleceu contato com o Tribunal de Contas da União (TCU) e aguarda um posicionamento oficial, em face da matéria divulgada pela Gazeta MT, sob o título “Por determinação do TCU, Saúde terá que demitir agentes de saúde e de endemias,” com um conteúdo que provocou uma grande inquietação nos agentes de saúde (ACS/ACE) de todo o Brasil. Ainda na noite da sexta-feira, 30/08, tentamos conversar com o editor-chefe da Gazeta, Eduardo Ramos, direto por meio de seu WhatsApp, contudo, por desconhecimento de informação ou por outro motivo, que desconhecemos, ele optou por se omitir em nos responder.
A polêmica em torno da matéria tem relação com uma suposta resolução do Tribunal de Contas da União (TCU), que, conforme informa a Gazeta MT, obriga as prefeituras de todo o País a demitirem todos os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Endemias (ACE) que foram contratados e efetivados depois do ano de 2006. A matéria também afirma que em Rondonópolis/MT, a medida atingiu 176 ACS e 106 ACE, que foram contratados depois do prazo e terão seus contratos rescindidos a partir de 18 de setembro.
Ainda ontem, emitimos uma nota para tranquilizar a todos e reafirmamos o nosso compromisso em averiguar a situação. Fazendo uma análise jurídica e política do contexto, podemos defender que não há como dá credibilidade a tal coisa, sem a fundamentação jurídica necessária. Não podemos estabelecer credibilidade a uma matéria que não fundamentou os seus argumentos e nem mesmo os responsáveis por ela inspiram credibilidade, som as suas omissões.
Também estabelecemos contato com a prefeitura de Rondonópolis (conforme o protocolo nº 368) para saber sobre as demissões dos 282 agentes de saúde, citados no texto publicado pela gazeta.
“Não temos uma data específica para a manifestação de posicionamento do TCU, contudo, desejamos que todos os agentes de saúde de nosso país que estão na situação desfavorável, conforme a natureza da matéria da Gazeta, não fiquem apreensivos. Não uma fundamentação sustentável para a descrição de tais fatos, principalmente nesse momento de reconstrução política de nosso país, declarou Samuel Camêlo".
Matéria e print do dia 1º de agosto
"EXCLUSIVO: TCU responde à MNAS sobre o caso das demissões dos Agentes de Saúde de todo o Brasil
TCU responde sobre as demissões dos Agentes de Saúde, divulgadas em matéria da Gazeta MT
Hoje, segunda-feira (01/09), por volta das 11h21, o Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu um posicionamento sobre a matéria divulgada pela Gazeta MT. Matéria que tem causado bastante polêmica entre os agentes comunitários, de endemias e, até mesmo, entre os gestores. Durante o último fim de semana, diversos trabalhares estabeleceram contato com a coordenação da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, Samuel Camêlo, nos mais diversos meios de comunicação administrado pela Mobilização para obter informações sobre o caso. Até mesmo um gestor, buscou informações sobre a citada matéria.
Sobre a nota emitida pelo TCU, em síntese, ele informou que “As medidas adotadas pela gestora, na matéria indicada, não têm relação com decisão do TCU. Após verificação destes questionamentos descobrimos que o ato que embasou a tomada de decisão da gestora foi emitido pelo Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso.”
A gestora a que o TCU se referia é a secretária de Saúde do município de Rondonópolis/MT, Marildes Ferreira, que informou o desligamento de 176 agentes comunitários e 106 agentes de combate às endemias, a partir do dia 18 de setembro.
Portanto, diante de tais fatos, a MNAS esclarece que o caso não tem relação com o Tribunal de Contas da União e que não haverá demissões em massa, como a Gazeta MT havia divulgado. Agora a MNAS está aguardando um posicionamento da Prefeitura Municipal de Rondonópolis/MT e da Gazeta MT, para tentar identificar de onde partiu o erro.
"Apesar da existência de dados suficientes, sobre qual a origem do equivoco, não iremos formalizar um posicionamento, sem a preservação do direito de fala da gestão e dos responsáveis pela matéria, no caso a Gazeta," comentou Samuel Camêlo, coordenador geral da MNAS.
O editor-chefe do Gazeta MT, sr. Eduardo Ramos, até o momento não se posicionou, em face dos questionamentos da MNAS. Aguardamos para que ele aproveite a oportunidade para zelar pela confiabilidade de seu trabalho.
A coordenação do Jornal dos Agentes de Saúde reafirma o compromisso com a categoria de ACS/ACE de todo o Brasil. Continuamos trabalhando para que todos tenham acesso as matérias relevantes e, em muitos casos, exclusivas, produzidas em parceria com a Mobilização Nacional. A maior rede de voluntários do Brasil, voltada exclusivamente à defesa dos interesses dos Agentes de Saúde. São 17 estados brasileiros representados por quem, além de produzir a matéria, trabalha para que a categoria tenha os seus direitos preservados".
Fonte: Jornal das Agentes de Saúde do Brasil


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