segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Percival aguarda aprovação da Câmara para afastamento

O prefeito Percival Muniz (PPS) deve se afastar do cargo nesta semana, após a aprovação da Câmara Municipal. O vice-prefeito Rogério Salles (PSDB) é quem deve assumir o cargo temporariamente.
De acordo com Muniz, ele está apenas aguardando uma aprovação dos vereadores que inclusive já era para ter ocorrido na última quarta-feira. “A lei só me permite sair por 10 dias, mas por licença médica, eu preciso é de férias. Para isso é necessário mudar a lei orgânica do município, eu solicitei a Câmara, mas tem que ser uma iniciativa dos vereadores, por isso estou aguardando”, diz.

Muniz explica que é preciso ser feito uma alteração na lei de modo que o gestor possa se licenciar para férias ou por licença para tratar de interesses particular. “Qualquer uma dessas possibilidades me atende, porque eu estou precisando descansar, são mais de dez anos sem férias. Eles aprovando, logo em seguida eu entro com o pedido de afastamento que pode ser de 15, 20 ou 30 dias”,
O gestor também afirmou que vai aproveitar o período para fazer uma bateria de exames. “Preciso desse tempo, estou há muitos anos sem descanso e isso tem prejudicado minha saúde. Já até brinquei com os vereadores que se eu passar mal a culpa será deles que não aprovam logo esse afastamento”, diz.
Para Muniz, essa também é uma oportunidade para que Rogério Salles contribua com o município. “Fomos eleitos juntos, tenho uma relação muito boa com Salles e sei que ele está preparado para assumir a Prefeitura e que irá fazer um bom trabalho enquanto eu estiver fora”, afirma Muniz.
Fonte: AgoraMT
Imagem: Internet

Comentário
Que o afastamento solicitado também sirva para que Percival repense sua gestão à frente da Prefeitura de Rondonópolis, que está de ruim a péssima.
Por outro lado, "bagre ensaboado" como ele só, Percival mata dois coelhos com uma cajadada só, se ausentando para tratar de assuntos particulares e de saúde, bem como deixa a "batata quente" para o vice, Rogério Salles (PSDB), que terá que dar o "bilhete azul" para alguns secretários.
Assim, não tem que dar explicações, imediatas, sobre as "dispensas".
Dentre elas, uma que eu cobro há muito tempo. 
Deus é pai, não é padrasto...

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