segunda-feira, 23 de junho de 2014

BOCA NO TROMBONE

A falta de planejamento para o trânsito de Rondonópolis, buscando uma fluidez mais rápida e também evitando acidentes, parece não estar muito nos planos do secretário Municipal de Trânsito e Transportes, Argemiro Ferreira.
Além de parecer se importar única e exclusivamente com o sistema de radares, que deve entrar em funcionamento em breve, outras atribuições de sua Secretaria estão  sendo deixadas de lado.

É o caso de ruas preferenciais, principalmente nos bairros. O condutor anda uma quadra na preferencial e logo depois tem que parar porque a próxima rua a atravessar passou a ser preferencial, retornando a preferencial de sua mão, tão logo ultrapasse a esquina.
Também no encontro das ruas Casemiro de Abreu com a rua 13 de Maio e a rua Espírito Santo (vide marcação no mapa), nos altos do Monte Líbano, está virado no “salve-se quem puder”. Quem vem pela rua 13 de Maio – sentido Centro- Bairro – está na preferencial, mas já no sentido Bairro-Centro, a coisa se complica... 

Parabéns ao secretário Luciano Carneiro Alves e sua equipe da Sceretaria Municipal de Cultura, pelo “Espaço Pobore de Artes” que foi inaugurado durante a edição do Chimaré Cultural, no dia 15 deste mês.
O espaço foi aberto com a exposição “Retrospectiva de Mando Nunes”  e pretende abrigar diversas exposições,  no decorrer do ano, e fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h. 
Para uma cidade cujo administrador não está nem aí também para a cultura, essa iniciativa da Secult vem em boa hora...

Apesar do envolvimento do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Sergio Ricardo no imbroglio da compra de votos para sua eleição à Assembléia Legislativa, o ex-deputado irá pagar cesta básica e se livrará de crime eleitoral. Em 2006, ele e um assessor foram acusados de falsificar seis recibos eleitorais,  apresentados na prestação de contas.
É que segundo a decisão do juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Samuel Franco Dalia Junior, a ação penal contra o ele foi extinta.  Após a ação ser aberta pelo TRE, Sérgio Ricardo e Dariosil Luiz Mrozrowski, propuseram a suspensão condicional do processo, uma vez que, a pena mínima prevista para o crime atinge somente 1 ano de reclusão. No dia 14 de maio de 2012, foi autorizada a suspensão condicional do processo pelo prazo de dois anos.
Em troca, cada um vai pagar uma cesta básica mensal pelo período de seis meses e comparecer todos os meses, para informar e justificar à Justiça suas atividades profissionais. 
Agora, se o cidadão comum roubar uma galinha ou um pão para alimentar sua família, com certeza a história será outra...

Imagens: Arquivo do blog/GCSPMR/FolhaMax

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