terça-feira, 17 de junho de 2014

BOCA NO TROMBONE

Hoje pela manhã, tentei insistentemente manter contato por telefone com o secretário de Esportes, Sidnei Fernandes, e também com o gerente de Esportes do órgão, Agmon (dois amigos meus), para obter informações sobre a administração do campo de futebol da Coophalis. Em virtude de estarem em reunião na Prefeitura, não logrei êxito.

Eu queria informações sobre uma  denúncia recebida, de que o presidente daquele bairro, Silvano (que é policial aposentado), impediu populares de adentrar ao local, porque a associação de moradores que ele preside, é quem cuida e toma conta do campo.
O denunciado não tem deixa de ter sua razão. Entretanto, é preciso diferenciar molecada bagunceira de adultos responsáveis. O denunciante ´(ex-jogador de futebol profissional) só queria se exercitar no gramado, pois está se recuperando de uma cirurgia num dos joelhos. 
Também tem que ser observar que o local (que faz parte da praça do bairro) é um logradouro público e, portanto, com acesso permitido aos cidadãos. 
Ou daqui a pouco teremos que pagar, para adentrar aos locais públicos?


Na noite de ontem (16), o Conselho Municipal de Segurança Pública (Conseg) – Região Central, da qual faço parte como diretora de Comunicação, gratuitamente assim como os demais membros, empossou mais  05 membros: 
Katia Fares Dib (diretora Financeira); Maria Christina Santos (diretora de Educação; Ana Maria Pereira (coordenadora da Comissão de Eventos); e os suplentes Wilson Martins e Paulo Sérgio Lopes ((Conselho Fiscal).      
Na pauta ainda, foi discutida a formação de uma comissão composta por membros dos quatro Consegs, para verificar a situação do veículo Uno 2011, que está estacionado no pátio da Prefeitura e sendo usado, sem a devida autorização pelos Consegs, para serviços do município.
Outro assunto discutido na reunião, e que será alvo de ofício a ser endereçado ao prefeito Percival Muniz, é sobre a situação das verbas que são repassadas pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, as quais devem ser usadas para atender as necessidades logísticas dos conselhos.
Os membros esperam que haja resposta em tempo hábil, para as duas questões...




O assunto das câmeras de vídeo-monitoramento da cidade, já passou dos limites da tolerância. Adquiridas em 2009, a um custo de mais de um milhão de reais à época, as câmeras foram deixadas de lado e depois de muita cobrança por parte do Conseg Central e de comerciantes, foram recuperadas pela atual administração, sem, entretanto, que o sistema comece a funcionar plenamente. 
A causa é que neste Estado as coisas andam devagar demais quando se trata de benefícios para a população e somente dois policiais estão efetuando o vídeo-monitoramento, acumulando serviços com a confecção de relatórios estatísticos e despacho de viaturas, enquanto não chegam os 53 profissionais habilitados para tal fim e também policiais militares e civis, para compor o sistema de inteligência do Centro de Controle e Comunicação. 
Entretanto a solução deve demorar muito ainda, pois não há previsão de quando essa equipe e os policiais cheguem a Rondonópolis...




O prefeito de Chapada dos Guimarães ( a 67 kms de Cuiabá), José de Souza Neves (PSDB), foi afastado novamente do cargo, por determinação de despacho da juíza Silvia Renata Anffe Souza, que considerou as acusações de improbidade administrativa que pesam contra o prefeito, além da secretária de Finanças, Leila Aparecida de Oliveira Eloy da Paixão, e a servidora Maria Thânia Sampaio. 
Os envolvidos tiveram seus bens indisponibilizados, para devolução do valor de R$ 670.546,12 (que saiu dos cofres públicos entre março de 2013 e abril deste ano).
As irregularidades recaem sobre a emissão de notas fiscais por uma empresa contratada para fornecer produtos alimentícios e gêneros de limpeza para secretarias daquele município. 
Anteriormente, José de Souza Neves já havia sido afastado por causa de uma Ação Civil Pública relativa a contratos irregulares de licitação, para transporte escolar no valor de R$ 2.030,466,40.
As irregularidades ainda incidem sobre o fato de que outras empresas vencedoras de licitações nunca entregaram produto para a Prefeitura, o que –  segundo a juíza - demonstra a existência de irregularidades no procedimento licitatório, na emissão dos empenhos, na entrega das mercadorias e emissão de notas fiscais ‘frias’ pelas empresas vencedoras do pregão licitatório.

É, ontem falei da prefeita de Barra do Garças e hoje de Chapa dos Guimarães. Os administradores estão se julgando os donos das Prefeituras .E tem muitos mais por aí, que acham que são "os donos do pedaço"... 



Imagens: Arquivo do blog/GCSPMR/GazetaMT7FolhaMax

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