O Partido Militar Brasileiro (PMB), que está em fase de articulação país afora, já conquistou a simpatia de militantes em Mato Grosso. Três militares se reuniram na última quinta-feira (8) para tratar do lançamento da legenda no Estado.
Os PMs major Wanderson Nunes, o subtenente Luciano Esteves e o cabo Adão Martins, presidentes da Assof, Assoade e ACSPMBM-MT, respectivamente, marcaram o início dos trabalhos em Mato Grosso, para o dia 21 de janeiro. O evento acontecerá às 14h, no auditório da loja maçônica Grande Oriente do Brasil, conhecida como Palácio da Concórdia, localizada na Avenida do CPA I, em Cuiabá.
A intenção é organizar o partido, nos 141 municípios do Estado. Wanderson pontua que a meta número um do partido, neste momento, é recolher 500 mil assinaturas de apoio em todo o Brasil. Segundo ele, Mato Grosso assumiu a responsabilidade de coletar pelo menos 10 mil assinaturas, até o final do mês de março. “Por isso, o PMB estadual estará realizando este evento, para conclamar as pessoas a ajudar na busca das assinaturas”, garante. “O evento será aberto ao público e que todas as pessoas que querem ajudar a organização do Partido Militar em Mato Grosso estão convidadas e serão bem-vindas neste projeto em questão”, disse Luciano Esteves.
Adão Martins, por sua vez, disse que o partido militar será uma grande possibilidade de inserção dos militares na política. Ele ressalta que somente aos militares é vedado o livre exercício político e que isso, de certa forma, alija essa importante categoria de participar do processo político e administrativo de nosso país.
Fonte: Diário de Cuiabá
Imagem: Folhamax
Comentário
Eu considero que tal partido não irá obter o registro no TSE, em função de que as forças de segurança devem ficar afetas à sua área.
Por gozarem da prerrogativa de disporem de informações privilegiadas, de autoridade para certos casos, creio que os militares devam se preocupar com questões de segurança da população.
O certo é deixarem a farda e, aí sim, criar um outro partido, que vai aumentar ainda mais, o número de partidos no Brasil, que a Reforma Política quer restringir.
Não bastasse isso, imaginem se todas as categorias resolverem criar partidos?
Creio que seja uma ideia nati-morta....

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