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| Cadeia para a ex-primeira-ministra |
E NO BRASIL, ATÉ QUANDO?
Enquanto no Brasil a corrupção está entranhada em todos os setores, não se podendo identificar, precisamente, qual setor está mais afetado, na Tailândia (pequeno país do sudeste asiático, com 513.115 km² de extensão territorial) o parlamento votou hoje (23) a favor do afastamento da vida política, por cinco anos, da ex-primeira-ministra Yingluck Shinawatra -
acusada de corrupção - crime punido com dez anos de prisão.
A Tailândia administrada por regime monárquico e registra uma população de 67.764.033 habitantes, com acesso de 98% dos domicílios à água potável e 96% a rede sanitária, com população subnutrida de apenas 17% e com estimativa de vida de 70 anos.
Aqui no Brasil, o “modus operandi” dos envolvidos vem de “pai para filho”, dando direito a eles de recorrerem infindavelmente, em sua maioria com recursos obtidos justamente pela corrupção.
A impunidade escancarada e enfiada goela abaixo, deixa indignada a sociedade, que clama por medida punitivas rigorosas e uma distribuição de renda mais justa, mais equânime.
GANÂNCIA OU OPORTUNISMO?
Em Rondonópolis, a tarifa cobrada pelo sistema de estacionamento Rotativo Rondon, está acima do aceitável e com a prestação de serviços deixando a desejar, com inúmeros problemas de operacionalidade.
Enquanto aqui se cobra R$ 2,50 (carro) e R$ 1,25 (moto) por um tempo máximo de uma hora de estacionamento, em outras cidades bem maiores e até em capitais, a tabela é mais generosa.
É o caso de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, onde os valores unificados são de R$ 0,75 para R$ 30 minutos; R$ 1,50 para 1 hora; R$ 2,25 para 1h30min e R$ 3,00 para 2 horas.
O sistema dotado na capital gaúcha, ainda beneficia o usuário com a não cobrança de multa, quando não conseguir efetuar o pagamento por problemas no equipamento.
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| Osvaldo Sobrinho |
LEGISLANDO EM CAUSA PRÓPRIA
Os adeptos e mal acostumados da mordomia e do bem viver às custas do Erário não tem o mínimo de vergonha na cara, quando se trata de legislar em causa própria.
É o caso do ex-governador e ex-deputado federal Osvaldo Sobrinho (PTB), que teve rejeitado pela juíza da Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, Célia Regina Vidotti, recurso protocolado por ele, que pedia a suspensão de uma liminar que proibiu o pagamento de pensão vitalícia aos ex-governadores de Mato Grosso ou seus familiares.
Ao todo, 18 ex-gestores estaduais eram beneficiados com um valor mensal de R$ 16,8 mil
A ação foi proposta pelo Ministério Público Estadual contra o benefício destinado aos governadores que exerceram o cargo em caráter permanente ou transitório.
Os ex-governadores ou familiares destes beneficiados são: Frederico Campos, Júlio Campos, Carlos Bezerra, Edison Freitas de Oliveira, Jayme Campos, José Garcia Neto, José Fragelli, Márcio Lacerda, Rogério Salles, Moisés Feltrin, Osvaldo Sobrinho, Pedro Pedrossian, Shirley Gomes Viana, Hélia Valle de Arruda, Clio Marques Pires, Thelma de Oliveira, Cândida dos Santos Farias, Darcy Miranda de Barros.
Com informações e imagens: Agência Brasil/ Correio do Povo/Só Notícias/GCS-PMR



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