sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Levy: “governo não retirou direitos, ao mudar seguro-desemprego”

Joaquim Levy
Ele rebateu a crítica de "traição" feita por Aécio Neves, candidato do PSDB derrotado nas urnas
O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, rebateu ontem, a acusação de adversários do governo que prometem lutar no Congresso, após o recesso parlamentar, para alterar pontos da Medida Provisória, que endurece as regras para a concessão do seguro-desemprego.
"Nós não retiramos nenhum direito, como disse a presidente em seu discurso no Congresso", afirmou Levy, ao ser questionado sobre se considerava injustas as críticas da oposição. 
Logo que a MP foi editada, o senador Aécio Neves (MG), candidato à presidência da República derrotado do PSDB, disse que Dilma estava "traindo" compromissos assumidos na campanha. 
As bancadas do PSDB e do DEM afirmam que brigarão para mudar a medida, que restringe o acesso ao seguro-desemprego.
Fonte: Estadão Conteúdo
Imagem: Folhapress

Comentário
Aécio Neves parece que resolveu trabalhar e honrar seu cargo de senador, mesmo que seja para incitar ainda mais, os revoltados contra o Governo Dilma Roussef.
Defende a classe dos que até hoje sempre se firmaram economicamente nas costas dos trabalhadores, já que as medidas da MP consideradas "traição", incluem o pagamento de 30 dias do auxílio-doença e não somente 15 dias, que as empresas tem que arcar- somente depois disso, o Governo assume a responsabilidade-, além do seguro-desemprego que exige 18 meses de carteira assinada  não mais e somente, seis.
Com a correção dessas distorções, os recursos poupados poderão servir a outros benefícios.
Obviamente, que elas não agradaram aos empresários e trabalhadores, acostumados a tirar vantagem da situação.

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