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| Rotina: obras quase paradas |
Após cerca de 03 anos de obras, onde todas deveriam ter sido entregues antes da Copa do Mundo, mas que se arrastam lentamente, a população de Várzea Grande cobra a chegada do ‘legado do Mundial’, ou seja, a entrega das obras que irão melhorar o trânsito da cidade. Os trilhos do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que antes do Mundial eram construídos por dezenas de trabalhadores, nessa semana eram um canteiro abandonado, com poucos operários.
Desde o início de agosto uma nova interdição foi realizada na Avenida da FEB, trazendo novos transtornos para os motoristas que novamente têm que trafegar pelas vias laterais do viaduto, o que causa longas filas no horário de pico. Até mesmo as obras entregues, como a rodovia Mário Andreazza, são alvo de reclamações por causa da falta de iluminação e de redutores de velocidade, pois o número de acidentes aumentou na rodovia depois que foram feitas melhorias.
Um funcionário das obras do VLT, que pediu para não ser identificado, afirma que muitos trabalhadores foram demitidos e que as obras estão quase paradas por causa disso. “Antes da Copa quem passava via várias máquinas e pessoas trabalhando, agora dá pra contar nos dedos. A empresa fala que não está recebendo os repasses corretamente e precisou demitir os operários para poder pagar os custos. Se terminassem as obras poderíamos ter um legado da Copa do Mundo para Várzea Grande”.
Em Várzea Grande ainda falta entregar o viaduto da Avenida da FEB e a recuperação das ruas laterais, a Estrada da Guarita e o VLT, que tem parada inicial no Aeroporto Internacional Marechal Rondon e segue até o Porto, na Capital. Mesmo com a maior parte das obras pronta, a demora na entrega é o fator de maior reclamação para os moradores em relação às obras, o que foi confirmado pelo prefeito Wallace Guimarães (PMDB).
Com informações/imagem: A Gazeta
Comentário do blog:
Seria trágico, se não fosse cômico. Ou seria o inverso?
Naturalmente, que já sabíamos do abandono, praticamente, das obras da Copa em Cuiabá.
Desde a formação da antiga AgeCopa, o assunto já se delineava como um imbroglio.
Os prazos de conclusão, antes do Mundial de futebol, não foram cumpridos e a "promessa" do (des) governador Silval Barbosa, de que as obras seriam entregues até este mês de agosto, também não se cumprirá.
Silval não está nem aí, para o que posam pensar ou dizer.
No final de dezembro, ele pega as malinhas e volta para suas atividades particulares de minerador, deixando na história deste rico e produtivo Estado, um dos piores currículos e a "notoriedade" de ter sido um dos piores ocupantes do Palácio Paiaguás.
E o povo, mais uma vez, que pague as contas que ficarão para trás...

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