A partir desta edição, o blog passa a contar com mais um espaço: a coluna CURTAS E GROSSAS, buscando levantar o “tapete” e mostrar um pouco da “sujeira”, que se pode estar escondida por debaixo dele, sem usar de tendenciosidade e acima de qualquer suspeita, como tenho norteado minhas matérias nos meus 34 anos de Jornalismo.
Quem realmente faz pelo bem comum, a coluna elogia. Os que preferem a contramão da história, a coluna denuncia e cobra.
Conto com vocês, também nessa nova empreitada.
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| MPE batendo duro |
Moradores de Juscimeira e de Dom Aquino estão mais do satisfeitos com as medidas empreendidas pelo Ministério Público Estadual (MPE), quanto à fiscalização sobre as gestões dos prefeitos Valdecir Luiz Colle (PR) e Josair Jeremias Lopes (PSD), respectivamente.
O primeiro, já foi fastado do cargo por determinação da Justiça, por improbidade administrativa. O segundo, ao que indica o andar da carruagem, irá pelo mesmo caminho.
Só que no caso de Dom Aquino, devido a graves irregularidades, a Polícia Federal e a Polícia Judiciária Civil estão auxiliando o MPE nas investigações.
Já o prefeito de Juscimeira e o secretário Municipal de Saúde, José Ozete Freitas, - afastados por medida cautelar, no dia 11 - também podem ser penalizados criminalmente, por desobediência à determinação judicial, já que o secretário despacha normalmente em seu gabinete.
O mais espantoso, em relação a Colle, é que ele também preside a Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM).
Belo exemplo aos colegas, hein Prefeito?
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| Crime eleitoral? |
Falando em Juscimeira, moradores me repassaram que a Primeira-Dama Keli Paniago - que responde ainda pela Secretaria de Asssistência Social daquele município -, promoveu, esta semana, distribuição de 12 geladeiras a famílias de baixa renda, dentro do Programa Eficiência Energética - Luz em Conta, da Rede Cemat.
Até aí, nada de mais. Até porque é atribuição da Pasta.
O que destoa, no entanto, é que as geladeiras foram repassadas pelo programa no ano passado e segundo os denunciantes, estavam “guardadas” num barracão do município.
Eu pergunto, porque somente agora – em pleno período eleitoral - Keli Paniago retomou a distribuição?
De acordo com a legislação, isso pode ser configurado como crime eleitoral.
Não bastasse o marido, o MPE já está de olho nela também...
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| Ana Carla Muniz: passando a tesoura |
Além de agosto ser um mês ventoso e rebelde (sem ofender aos que nasceram neste mês), ele tem sido de mau-agouro para considerável número de pessoas, que foram demitidas da Secretaria de Educação de Rondonópolis (Semed).
Conforme informações repassadas à coluna, mais de 300 pessoas – admitidas no último seletivo - foram exoneradas, sob a velha e batida alegação de corte de despesas.
As exonerações foram desde Coordenadoras de escolas a Auxiliares de Serviços Diversos (ASDs), deixando muitas unidades a descoberto, já que muitas delas possuem um grande número de alunos.
Isso abala os planos didáticos de cada escola e também atinge a confecção da merenda aos alunos.
Se essa ação da Secretária Ana Carla Muniz visa a contenção de despesas, eu pergunto do porquê dos seletivos, do aluguel de duas caminhonetes Ford Ranger – ao custo de R$ 5 mil, cada uma - e da troca do piso da Semed, com a colocação de lajota caríssima?
Não dá para entender. Ou dá?
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| Paraíso ameaçado? |
Mudando um pouco o assunto, li com apreensão a notícia recente, de que um resort de alto luxo, deverá ser construído na região da Rodovia do Peixe, às margens do Rio Vermelho.
Essa área é uma das mais belas que o município possui - pela exuberância da natureza -, abrigando pequenos ranchos, que servem para o lazer familiar nos finais de semana.
No caso do empreendimento residencial, certamente a concessão da documentação ambiental deverá observar rigorosos critérios, já que um projeto desse porte, pode trazer sérios e irreversíveis danos àquele ecossistema.
Como em Rondonópolis primeiro deixam construir para depois mandar fechar, em decorrência de danos ambientais posteriores, como é o caso da unidade da Nortox, vamos ficar de olho.
Para que depois não fique um empurra-empurra de responsabilidades, entre a Semma estadual e a municipal.
Para que depois não fique um empurra-empurra de responsabilidades, entre a Semma estadual e a municipal.
Imagens: MPE/SecomJuscimeira/PrimeiraHora/Faciimovel





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