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| Delação Premiada |
Circula nos bastidores a informação de que o ex-secretário de Estado, Eder Moraes, solicitou ao juiz da 5ª Vara Federal de Mato Grosso, Jeferson Schneider, autorização para ir até Brasília conversar com o advogado José Eduardo Alckmin, responsável em acompanhar seus processos no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região e Supremo Tribunal Federal (STF).
O temor da classe política é que seja discutida uma delação premiada. Ou seja, contribuição com as investigações em curso em troca de redução de pena numa eventual condenação em processo judicial. O ex-secretário pode ser condenado a mais de 30 anos de prisão em ação penal aberta em decorrência de denúncia formulada pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem de dinheiro e ocultação de bens.
Após permanecer 12 anos na gestão pública exercendo forte influência em todas as esferas dos poderes, Eder Moraes é conhecido por “saber demais”, o que poderia comprometer muitos graúdos de Mato Grosso envolvidos na Operação Ararath da Polícia Federal, que investiga amplo esquema de lavagem de dinheiro em benefício de empresas e autoridades.Atualmente cumprindo medidas restritivas de direito, Eder Moraes só pode sair de Cuiabá com autorização da Justiça Federal.
Juiz não autoriza ida de Eder à Brasília
O juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal de Cuiabá, desconsiderou o pedido do ex-secretário de Estado Éder Moraes, para que se ausentar de Cuiabá. Ele queria autorização para ir à Brasília, se reunir com o advogado José Eduardo Alckmin, que acompanha os processos que tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF), da 1ª Região e no Supremo Tribunal Federal (STF).
Na decisão, o magistrado disse que o deferimento do pedido “implicaria na flexibilização, ou até mesmo no descumprimento, da decisão imposta pelo ministro Dias Toffoli”. Nos bastidores, a informação é de que Éder gostaria de fazer uma delação premiada em troca de redução de pena, em caso de condenação.
O juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal de Cuiabá, desconsiderou o pedido do ex-secretário de Estado Éder Moraes, para que se ausentar de Cuiabá. Ele queria autorização para ir à Brasília, se reunir com o advogado José Eduardo Alckmin, que acompanha os processos que tramitam no Tribunal Regional Federal (TRF), da 1ª Região e no Supremo Tribunal Federal (STF).
Na decisão, o magistrado disse que o deferimento do pedido “implicaria na flexibilização, ou até mesmo no descumprimento, da decisão imposta pelo ministro Dias Toffoli”. Nos bastidores, a informação é de que Éder gostaria de fazer uma delação premiada em troca de redução de pena, em caso de condenação.
Fonte: Folhamax/Mídia News/Mato Grosso Notícias
Imagem: Ilustrativa
Comentários do blog:
Se a politicada corrupta já não vinha conseguindo dormir direito, uma delação premiada a Eder vai fazer com que virem "zumbís".
O homem é um super arquivo.
Caso a delação realmente aconteça, castelos e mais castelos vão ruir em Mato Grosso.
E vai faltar espaço nas cadeias, prá abrigar a rataiada...

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